A mineira CEUMAR canta, compõe, toca violão, faz arranjos, cria a sua própria música desde 95, ano em que chega a São Paulo. Conduz com desenvoltura carreira independente, produz seus discos, participa ativamente de projetos coletivos e variados no Brasil e no exterior.
DINDINHA é seu disco de estréia, lançado em 2000. Produzido por Zeca Baleiro , com auxílio luxuoso de diversos instrumentistas, o cd apresenta composições tradicionais de Luiz Gonzaga e Sinhô com inéditas de Chico César, Itamar Assumpção e Zeca Baleiro.
SEMPREVIVA! é o 2º disco – 2003, onde Ceumar assina a produção musical e arranjos além de se apresentar como compositora em parcerias com Alice Ruiz - poeta paranaense - Tata Fernandes e Chico César , entre canções inéditas de Péri, Kléber Albuquerque e Gero Camilo.
ACHOU! é o 3º cd em parceria com o compositor e violonista DANTE OZZETTI e foi lançado em 2006 pela gravadora MCD. Mostra parcerias de Dante com letristas convidados: Luiz Tatit, Zeca Baleiro, Zélia Duncan, Chico César, Kléber Albuquerque e Alzira Espíndola. Gravado ao vivo em estúdio após meses de ensaio, conta com uma banda afinada: Sérgio Reze, Dú Moreira, Milton Mori, Webster Santos e tem ainda Bocato nos trombones.
Fora do Brasil tem obras lançadas em coletâneas dos selos Nascente e Putumayo (Music from the Coffee Lands II) distribuídas por países da Europa e EUA.Nos últimos 5 anos fez shows em Curitiba (Paiol, Guairinha), Itajaí – SC (Festival de Inverno), Porto Alegre (Santander Cultural) , Campinas , Rio de Janeiro (projeto Novo Canto, projeto Bolsa Nova), Belém (SESC DOCA), São Luís (Circo da Cidade), Ceará (BNB Clube de Fortaleza e SESC Crato), Brasília (CCBB, Feitiço Mineiro) , Belo Horizonte (TIM Mov. Perc –2005) além de atuar em São Paulo - capital e interior.
Em 2005 participou do Projeto Pixinguinha percorrendo 8 cidades do Norte/Centro do Brasil.Também esteve presente no Festival Cultura pela TV Cultura, com a música ACHOU!
Desde 2006 realiza um trabalho musical com o pianista holandês Mike Del Ferro. Em outubro de 2006 fez com ele e seu trio 7 shows na Holanda e também na Bélgica. Em abril deste ano o grupo se apresentou no Concertgebouw, um importante teatro em Amsterdam.
Com Dante Ozzetti e grupo esteve no México e em setembro de 2007 participa do Festival de La Musica Viva de VIC – BARCELONA. Ainda em 2007, participou do Festival Internacional da Lusofonia “Cantos na Maré”, em Pontevedra-Galícia. Em 2008, já realizou uma turnê de nove apresentações do show Achou! no SESC SP ao lado de Dante Ozzetti e banda.
Em maio de 2008, está programada uma temporada de quatro apresentações no Teatro da FECAP SP para a gravação do seu disco inédito somente com canções compostas por ela ou em parcerias com grandes e novos nomes da MPB.
“Ceumar, a voz mais límpida a aparecer por aqui desde a Zizi Possi, cantando, principalmente, músicas do Zeca Baleiro.” – Luís Fernando Veríssimo, O Globo, 2002.
“Ceumar fez de Dindinha um disco luminoso, marcando uma estréia que honra a fonografia. É uma estrela sofisticada com todas as qualidades, as necessárias e as mais que suficientes, para fazer sucesso popular.” – Mauro Dias, O Estado de S. Paulo, 2000.
“Em que proporção os novos pensadores colherão seus frutos para alimentar mais arte ou poder (ou ambos) é o segredo que agora se oculta em suas dobras, vozes e violões. Ceumar, recém-chegada ao mundão malvado, parece capaz de fazer o que bem entender.” – Pedro Alexandre Sanches, Folha de S. Paulo, 2000.
“No violão de aço ou no de 12 cordas, sozinha ou em cumplicidade instrumental, nesse lançamento produzido pelo maranhense Zeca Baleiro e dominado por arranjos próprios, Ceumar torna sua toda música que faz.” – Regina Porto, IstoÉ Gente, 2000.
"No final do show, eu era uma das 1.500 pessoas que, de pé, aplaudiam Ceumar até doer as mãos, pedindo sua volta ao palco... Tentei enquadrá-la em algum lugar-comum do showbizz, mas não consegui, ela escapa. Não é cantora 'mineira', regional, não é MPB, não é pop, não é rock. Há algo nela do 'interior' que se mantém preservado da contaminação dos modismos - um gosto de refresco que não levou aditivo químico... Se vocês só ouviram falar de céu e mar, mas não de Ceumar, não perdem por esperar.” – Zuenir Ventura, NoMínimo, 2002.