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JUSSARA SILVEIRA

JUSSARA SILVEIRA

BIOGRAFIA

Jussara cresceu ouvindo o repertório erudito, na casa da família em Salvador (Bahia). Depois cursou a prestigiada Academia Música Atual. Estudou canto com Adriana Widmer, no Curso Preparatório de Canto da Universidade Federal da Bahia, e canto coral com o maestro Lindembergue Cardoso.  Mais adiante, viria a estudar técnica vocal com Maria Helena Bezzi, no Rio.

Vencedora do Prêmio Copene de Cultura e Arte (hoje Prêmio Braskem), na Bahia, Jussara lançou seu primeiro disco solo em 1997 (selo Dubas Música/Universal). Participou de várias coletâneas, como o antológico CD “Diplomacia - Tributo a Batatinha” (EMI) e “Cole Porter e George Gershwin – Canções, Versões, de Carlos Rennó” (selo Geléia Geral/Warner)  Em 1998, lança seu segundo disco, “Canções de Caymmi (selo Dubas Música/Universal), eleito um dos melhores do ano pelos críticos do jornal carioca O Globo. 

Em 2000, gravou duas faixas no álbum do guitarrista português António Chainho, Lisboa – Rio; e foi convidada pelo mestre lusitano e por Maria Bethânia para se apresentar com eles no Rio e em São Paulo. 

As participações especiais seguem com a gravação de sete faixas do elogiado CD “São Paulo Rio” (selo Maianga Discos), do compositor paulista Zé Miguel Wisnik, e, mais tarde, no disco “Pérolas aos Poucos” (Maianga Discos). Com Zé Miguel, ela tem feito shows regularmente, no Brasil e no exterior, na companhia de artistas como a cantora Ná Ozzetti e o violonista e letrista Arthur Nestrovski. Em 2006, estiveram juntos em Berlim, durante a “Copa da Cultura”. Jussara também dividiu a Concha Acústica do Teatro Castro Alves com Nana Caymmi, Maria Bethânia e Alcione, em diversas ocasiões.

O terceiro CD da cantora, "Jussara", foi lançado em 2002 (selo Maianga Discos). Neste disco, ela interpreta um repertório que navega pelo Oceano Atlântico para estabelecer um elo entre sonoridades do Brasil, de Portugal e de Angola – sempre privilegiando a voz. 

Em 2006, lançou dois discos pelo selo Maianga: "Nobreza", um duo de voz e violão, em parceria com o violonista Luiz Brasil; e "Entre o Amor e o Mar", projeto premiado no programa Petrobras Cultural e que inclui canções de compositores consagrados, lado a lado com novos nomes da música brasileira.

Produzido por Luiz Brasil, o CD tem a participação do violonista Arthur Nestrovski, do pianista Leandro Braga e do contrabaixista Jorge Helder, entre outros artistas de ponta da nossa música instrumental. 

Também neste ano, teve participação no disco “Ode Descontínua e Remota Para Flauta e Oboé - De Ariana para Dionísio”, uma seleção de poemas de Hilda Hilst, musicados por Zeca Baleiro. 

Em 2008, juntamente com Rita Ribeiro e Teresa Cristina formou o grupo  Três Meninas do Brasil, realizando uma viagem pela diversidade da música feita nos quatro cantos do país. Dirigido por Jaime Alem, o espetáculo registrado no dia 24 de agosto de 2008, no Teatro Municipal de Niterói, foi lançado em CD e DVD, pela Quitanda, selo de Maria Bethânia.

Ainda em 2008, ao lado de Arthur Nestrovski (violão) e André Mehmari (piano), Jussara Silveira fez o espetáculo “Viagem de Verão: Canções e Versões, de Schubert a Caymmi” em temporada no teatro São Pedro em 2009 e na Virada Cultural de São Paulo.

Em 2011, Jussara Silveira gravou ao lado de Rita Ribeiro e Ná Ozzetti uma canção para o espetáculo "Sem Mim", do Grupo Corpo. A trilha sonora é assinada pelo músico e compositor galego Carlos Núñez em parceria com Zé Miguel Wisnik, a partir das canções de Martín Codax, autor do único conjunto de peças do cancioneiro profano medieval galego-portugês e, em outubro do mesmo ano, lançou o sexto disco da carreira: "Ame ou se Mande", produzido por Marcelo Costa e Sacha Amback.

Em 2013, Jussara lançou o álbum “Água Lusa”, projeto do poeta e letrista português Tiago Torres da Silva, que considera Jussara a mais portuguesa das cantoras brasileiras.  Testemunhando o amor que a cantora baiana dedica ao Fado, Tiago a convidou para gravar temas que foram sucesso na voz de grandes fadistas, bem como alguns inéditos escritos especialmente para a voz dela. O projeto teve direção musical de Pedro Jóia e participação de Filipe Raposo (Piano), Edu Miranda (Bandolim e Cavaquinho) e Ruca Rebordão (Percussão). 

Com direção artística de Zé Miguel Wisnik, em 2013 vem o CD Som e Fúria, que reuniu as cantoras Jussara Silveira e Rita Benneditto (também conhecida como Rita Ribeiro) num encontro de vozes e repertórios inesperados. As bases instrumentais, discretas e eficazes, sem deixar de ser exuberantes, estão inteiramente a serviço das personalidades vocais das duas cantoras, suas afinidades e suas diferenças, explorando canções matriciais e superposições em tramas polifônicas, que remetem a cânticos arquetípicos e ao mesmo tempo à exploração não convencional das sonoridades.

E chagamos a 2015, com o lançamento do álbum “Pedras que Rolam, Objetos Luminosos”. Nono disco de carreira da cantora mineira-baiana, esse álbum se une a uma discografia reconhecida por aliar as qualidades da intérprete a repertórios muito bem selecionados. O CD revisita a parceria entre Beto Guedes e Ronaldo Bastos, dois dos mais importantes compositores da Música Brasileira e do Clube da Esquina, gravados por grandes artistas como Milton Nascimento, Maria Bethânia, Caetano Veloso e Elis Regina, entre muitos outros. Produzido e arranjado por Sacha Amback e co-produzido por Marcelo costa, o disco traz belos arranjos para canções emblemáticas. “Amor de Índio”, “O Sal da Terra”, “Sol de Primavera” e “Lumiar” são alguns dos grandes sucessos interpretados pela artista.

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