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JUSSARA SILVEIRA

JUSSARA SILVEIRA

SHOWS

SORRIR E CANTAR COMO BAHIA

- A  nova velha guarda do samba da Bahia -

Jussara Silveira se utiliza do subtítulo “a nova velha guarda do samba da Bahia”, para compor um roteiro esmerado, em que a graça e a leveza do samba se ajustam a letras e melodias reveladoras e harmonias apuradas. Para isto valeu-se de sua própria discografia, dos sambas que gravou ao longo de sua carreira, ou cantou em shows, que vão formar uma unidade que percorre composições desde Assis Valente a jovens compositores como, Moreno Veloso, J. Velloso, Paquito, passando por, Luiz Ariston, Cézar Mendes, Capinan, por Roque Ferreira, Batatinha, Ederaldo Gentil e por Dorival Caymmi, com destaque para o samba “Lá vem a baiana”, gravado por ela álbum Canções de Caymmi, que faz parte da trilha hollywoodiana do filme The breack Up (Separados pelo Casamento) - com Jennifer Aniston e Vince Vaughn, pontuando a relação amorosa daquela comédia romântica.

A partir do premiado disco Canções de Caymmi, a cantora faz uma sutil ligação entre registros anteriores e sonoridades posteriores ao compositor, mantendo a ponte entre nosso passado e nosso futuro, preservando os elementos utilizados por compositores de cada época, como a “caixa de fósforos” de Batatinha, ou o “prato” de Dona Edith, dando lastro ao seu canto com a justeza devida aos mestres e com densidade e balanço, propriedades interpretativas que lhe têm rendido um merecido reconhecimento, e ainda nos brinda com samba primoroso dos Novos Baianos, para dar título ao show “Sorrir e Cantar Como Bahia”, e outros mais.

Jussara Silveira é acompanhada por dois músicos: o percussionista e baterista Marcelo Costa, produtor de três dos seus discos, e Muri Costa, violonista e mestre em arranjos vocais.

 

PEDRAS QUE ROLAN, OBJETOS LUMINOSOS

Após oito discos de carreira, entre álbuns dedicados à obra de Dorival Caymmi (Canções de Caymmi), à música de Angola (Flor Bailarina) e Portugal (Água Lusa), e trabalhos emblemáticos que reuniram pérolas de compositores brasileiros de todas as gerações, Jussara Silveira dá agora um mergulho radical ao recriar canções de uma das mais instigantes parcerias da moderna música brasileira: Beto Guedes e Ronaldo Bastos.

Pontas de lança do Clube da Esquina, movimento lítero-musical surgido no início dos anos 70 e de grande influência nacional e internacional até hoje, Beto e Ronaldo fizeram muito sucesso logo no início das respectivas carreiras, juntos e individualmente. Esta, contudo, talvez seja a parceria mais significativa da história musical de ambos. Ronaldo Bastos foi o produtor da trilogia A Página do Relâmpago Elétrico, Amor de Índio e Sol de Primavera, os três primeiros e até hoje mais cultuados álbuns do cantor, compositor e multi-instrumentista Beto Guedes. Também é fruto dessa parceria o maior sucesso da carreira de Beto, “Amor de Índio”, além de canções que inspiraram gerações inteiras, como “Lumiar” e “O Sal da Terra”, dois dos principais hinos do flower-power brasileiro.

Uma das faixas do disco, “O Amor Não Precisa Razão”, foi incluída na trilha danovela “Êta Mundo Bom!”, de Walcyr Carrasco, da Rede Globo de Televisão, como tema da personagem Maria, interpretada pela atriz Bianca Bin.

No repertório, além dos grandes sucessos da dupla, como as citadas acima e, Sol de Primavera, Pedras Rolando, Choveu, o roteiro do show também reserva espaço para algumas composições de Milton Nascimento, Fernando Brant, Caetano Veloso, Lô e Márcio Borges, como, Cais, O Medo de Amar é o Medo de Ser Livre, Luz e Mistério e Um Girassol da Cor de seu Cabelo.

Em Pedras Que Rolam, Objetos Luminosos, Jussara Silveira divide o palco com Alberto Continentino (baixo), André Valle (guitarra), Humberto Barros (piano e teclados) e Marcelo Costa (bateria), esse também produtor musical do disco ao lado de Sacha Amback.

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