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LAYA

LAYA

BIOGRAFIA

Desde 2007 vivendo em São Paulo, pra onde resolveu se mudar com a banda, Laya tem mergulhado na música. Produziu e lançou o primeiro disco d’O Jardim das Horas, participou de projetos especiais como o LAYA recanta FATAL, para uma edição da Virada Cultural de SP, e fez parte do show em homenagem a Caetano Veloso, realizado em 2015 no Auditório do Ibirapuera e produzido pelo músico Mauricio Tagliari à convite da editora TRIP. Foi Saulo Duarte, também cearense, quem a levou até os estúdios da ybmusic, em São Paulo. Talvez sem saber que começava ali uma parceria que resultou no lançamento de seu primeiro disco solo.

 

Laya e Tagliari em pouco tempo começaram a alinhavar canções. Letras, arranjos, pensamentos. Aos poucos, o disco começava a ganhar forma: novas canções começaram a chegar, de artistas conhecidos e desconhecidos; músicos de São Paulo, Ceará, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Cuba, África acostumados a se encontrar, pela música ou não, nos estúdios da YB, foram se aproximando de maneira despretensiosa, mas não menos intensa para construírem juntos um disco autoral. Laya costuma brincar que é um disco imperfeito. Talvez por não seguir uma única estética, linha, estilo. ‘Talvez também por ser o retrato de um processo de busca artística inquieta, que dá espaço ao inesperado, ao improvável que é muitas vezes a fonte da boa arte. As gravações foram celebrações de musicalidade, sem amarras de metrônomos, arranjos escritos, overdubs. A complexidade e a beleza nascem da soma das sensibilidades’, diz Mauricio Tagliari.

As letras escritas ou interpretadas por ela somadas às suas referências do rock, do tropicalismo e, não menos importante, às suas influências nordestinas, se transformaram em quatorze músicas. “Vem Pra Chuva” (Maurício Tagliari), “Mais Brilhantes” (Laya), “Consideração” (Romulo Fróes e Clima), a dançante “Alheia” (Igor Caracas e Maria Ó) foram as primeiras canções a serem divulgadas e são a síntese desse disco de estreia, que coloca no mesmo caldeirão nomes consagrados da música brasileira com nomes promissores, ritmos e sons, sentimentos e sensações desses tempos conturbados, possíveis somente entre poesia e encontros. Tem sutileza, tem brisa vinda do mar, tem gosto de chuva, tem sertão, tem cidade, tem saudade e visão.

A espontaneidade e liberdade entre Laya e os músicos convidados durante as sessões de gravação  foram fundamentais para o resultado final do disco, já que foram feitas ao vivo, sem pré-produção.

Lançamento Selo Circus e YBMusic

AGENDA

LAYA (2016)
LAYA (2016)