CIRCUS produções culturais
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ZÉ MIGUEL WISNIK

ZÉ MIGUEL WISNIK

SHOWS

INDIVISÍVEL
O compositor e ensaísta Zé Miguel Wisnik lançau, em 2011, o álbum duplo “Indivisível”, quarto disco de sua carreira. Produzido por Alê Siqueira, que assina a produção de discos de nomes como Marisa Monte, Bebel Gilberto e Omara Portuondo, o trabalho traz 25 músicas, todas cantadas por Wisnik, entre faixas autorais, parcerias e versões e chega às lojas em junho pelo selo Circus.

No palco, Zé Miguel Wisnik (piano e voz) é acompanhado por Márcio Arantes (baixo acústico, contrabaixo e vocais), Sergio Reze (bateria), Swami Jr (violão) e Guilherme Kastrup (percussão e programação rítmica). O show conta ainda com as participações especiais de Arthur Nestrovski (violão) e Celso Sim (voz).

Cada um dos discos do duplo “Indivisível” é dedicado a um instrumento principal. O primeiro álbum conta com o piano de Zé Miguel Wisnik para construir o clima mais denso dos arranjos das primeiras 13 músicas do trabalho. Já o segundo elege a leveza e a precisão do violão de Arthur Nestrovski que desenha as 12 canções seguintes.

NÁ E ZÉ
Ná Ozzetti e Zé Miguel Wisnik

Embora parceiros de toda uma vida musical, compositor Zé Miguel Wisnik e a cantora Ná Ozzetti não se apresentavam juntos há muito tempo. Em 2014, gravaram o álbum Ná e Zé que traz 30 anos de parceria entre eles. O repertório inclui as canções “A Olhos Nus”, “Mais simples”, “Laser”, “Pesar do mundo” e “Sem receita”. Além destas, as inéditas “Tudo vezes dois”, “Louvar” (parceria de Wisnik com Cacaso) e “Sinal de batom” (parceria dele com Alice Ruiz). Ná interpreta também canções recentes, como “Assum Branco” e “Pérolas aos poucos”, da qual ela registrou uma extraordinária versão com André Mehmari e também, “Ultrapássaro”. A banda é formada por José Miguel Wisnik (piano), Marcio Arantes (contrabaixo e guitarra), Meno Del Picchia (Baixo acústico), Sérgio Reze (bateria e percussão) e Guilherme Kastrup (bateria e percussão).  

AULA-SHOW VINICIUS: PALAVRA E MÚSICA
Zé Miguel Wisnik e Arthur Nestrovski

Este espetáculo reúne os talentos musicais, literários e acadêmicos de três artistas muito especiais: Zé Miguel Wisnik - professor, compositor, cantor e pianista; Arthur Nestrovski - compositor, violonista, crítico, escritor e diretor artístico da Osesp; e  Paula Morelenbaum - cantora de renome internacional, desde a época em que integrou a banda de Tom Jobim. Com uma seleção de canções de Vinicius de Moraes e seus parceiros, entremeadas de leituras de poemas e conversas sobre assuntos diversos, passeiam pelo artesanato de letra e música que compõem o cancioneiro brasileiro, falam da potência transformadora da bossa-nova e chegam ao debate sobre a “morte da canção”, situando a música de Vinicius no contexto atual da cultura brasileira.

A importância de Vinicius (também um compositor de relevo) não pode ser inimizada: se a canção se tornou um registro incontornável, onde a cultura se vê e se pensa a si mesma, deve parte desta contribuição ao poeta, que foi passando de um gênero a outro, ao longo dos anos, com vários parceiros (Baden Powell, Carlos Lyra, Chico Buarque, Toquinho, entre outros), sempre supremo no artesanato da poesia cantada e sempre arrojadamente livre no espírito e na vida.

MORTAL LOUCURA - CANÇÕES DO BRASIL
Zé Miguel Wisnik, Lívia e Arthur Nestrovski

O espetáculo explora os veios poéticos que fazem do repertório da canção popular brasileira uma gaia ciência, isto é, uma educação sentimental que aborda com aguda sabedoria e humor os enigmas da vida e da morte, a plenitude e a melancolia, o gozo e a dor, o amor, o instante, a beleza, a velhice. As relações entre densidade e leveza, assim como os cruzamentos do erudito com o popular, são a matéria dessas canções postas em diálogo por José Miguel Wisnik e Arthur Nestrovski, com a participação de Livia Nestrovski, cantora que se constitui numa das expressivas revelações recentes da música brasileira. Ao lado de autores clássicos como Nelson Cavaquinho, Dorival Caymmi, Tom Jobim, Chico Buarque, Vinicius de Moraes, Caetano Veloso, e de uma surpreendente ponte com o Lied romântico, são apresentadas obras de compositores da cena paulista, como Arrigo Barnabé, Luiz Tatit e Arnaldo Antunes, além dos próprios Wisnik e Nestrovski.

AGENDA

PÉROLAS AOS POUCOS (2003/2016)
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SÃO PAULO RIO (2000/2016)
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JOSÉ MIGUEL WISNIK (1993/2016)
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INDIVISÍVEL (2011)
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