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MÚSICA - FOTOGRAFIAS DE ÁRVORES, ASSOCIADAS A COMPOSITORES ARTHUR NESTROVSKI

O QUE É
Um livro de fotografias de árvores, cada uma associada a um compositor; inclui sugestões de escuta (1 a 3 cds por
compositor). Um hotsite do livro está hospedado no site da Circus; e uma playlist, no Spotify.
 
MAIS DETALHES
São 150 fotos, a maioria em preto e branco, e todas tiradas com iPhone, entre 2015 e 2017 – a grande maioria delas, entre março
e maio deste ano. Cada foto vem acompanhada do nome de um compositor e do lugar onde foi tirada. As fotos estão reunidas em grupos, por afinidade visual e botânica. A parte principal do livro, “Árvores”, é formada por 144 fotos. Três compõem a seção “Sombras”, as únicas que não são de árvores; e outras três são “Canções” (de Tom Jobim). Os compositores vão de Abrahamsen a Zimmermann, de Bach, Beethoven e Brahms a Walton, Weber e Webern, para ficar só
nos extremos do alfabeto. São quase todos da música clássica, do passado mais remoto (música medieval) aos dias de hoje (música contemporânea), mas sem pretensão de cobrir enciclopedicamente o conjunto. Entraram também Irving Berlin e Gershwin, representantes da canção popular, além de Tom Jobim, que tem lugar especial.
 
UM GÊNERO PRÓPRIO
Qual a ligação entre cada árvore e seu compositor? É uma associação pessoal de Arthur Nestrovski – conhecido como violonista, compositor e diretor artístico da Osesp (Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo) –, mirando sempre na essência expressiva da música de determinado compositor. Não são fotos de árvores, no sentido habitual; muito menos, ilustrações da música. Pode-se dizer que a ligação entre árvore e música cria uma espécie particular de poesia (por falta de outro termo). Mas essa é uma poesia sem palavras, que só funciona nesse contexto e depende da lembrança da música, seja a obra em geral de um autor, seja uma peça específica. Daí o sentido das “Escutas”, na última parte do livro, e também da playlist no Spotify, para quem quiser ouvir as obras (e interpretações) escolhidas.
 
NESTROVSKI FOTÓGRAFO
Nem ele se descreve assim, nem imagina que fará outro livro de fotos. Esse nasceu por acaso: um post no Facebook, em março passado, que acabou gerando outras fotos e mais outras, até virar projeto de livro. O que provocou uma inusitada rotina diária de caminhadas fotografando árvores pelas ruas de São Paulo (Pacaembu, Santa Cecília, Higienópolis, Consolação, Campos Elíseos, Luz). O livro vem também com algumas fotos tiradas nos últimos dois anos em outras cidades (Porto Alegre, Rio de Janeiro, Lisboa, Coimbra, Porto, Londres), além de fotos na Serra da Mantiqueira.
 
EDIÇÃO E VENDA DAS FOTOS
Um pequeno número de fotos, em tiragem de 5 cada, estará disponível para venda no site da Circus. Outras ficarão
disponíveis para download gratuito.
 
PLAYLIST
A playlist no Spotify será regularmente renovada, para contemplar, aos poucos, o acervo de mais de 400 cds mencionados
nas “Escutas”.
 
Arthur Nestrovski
Música (Fotografias)
Edição: Claudia Cavalcanti
Projeto gráfico: Mayumi Okuyama
16 x 21 cm. 224 páginas
Circus Edições
Tiragem: 700 exemplares
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SESSÕES PERDIDAS RAFA BARRETO

O casamento da música com o cinema é longevo, inseparável e necessário. A partir de uma ligação perene com ambas as formas de arte, Rafa Barreto lança Sessões Perdidas, seu terceiro disco. São doze faixas, todas compostas por ele, sendo onze delas inspiradas em onze longas-metragens diferentes: Pina, de Wim Wenders, Cães Errantes, de Tsai Ming Liang, Tony Manero, de Pablo Larrain, Leviatã, de Andrey Zvyagintsev, Oxalá Cresçam Pitangas, de Ondjaki e Kiluanje, Oldboy,
de Park Chan-wook, Boneca Inflável, de Hirokazu Koreeda, Adeus à Linguagem, de Jean-Luc Godard, A Caça, de Thomas Vinterberg, Birdman, de Alejandro G. Iñárritu e Tatuagem, de Hilton Lacerda. A faixa que fecha o disco é a única que não teve sua gênese na ficção: “Isto Não É Cinema” traz uma visão totalmente voltada ao mundo real, lembrando tragédias com feridas ainda recentes. Gravado ao vivo nos estúdios da YBmusic, em São Paulo, o disco tem Marcelo Cabral no baixo e synth, Thomas Harres na bateria e Maria Beraldo no clarone e clarinete. Todos assinam a produção e arranjos com Rafa. Carlos ‘Cacá’ Lima foi responsável também pela produção, além da mixagem e masterização. Na parte técnica da obra, o músico utilizou uma
afinação de guitarra abaixo do padrão, já que a 6ª corda foi afinada em ré ao invés de mi. Outro detalhe de seu estilo é que até usa menos dedos da mão direita para tocar, além de não usar palheta. Rafa tentou traduzir desde o clima até o custo de cada filme, que em sua maioria é de baixo orçamento. Sem pretensões de soar como trilha sonora, as músicas revelam a intenção de ganhar sentido independente dos filmes e apresentar uma sonoridade múltipla dentro do contexto da música
brasileira atual. A capa é uma obra do artista plástico, músico, escritor e cineasta Manu Maltez, em foto de Nadja Kouchi.
1 Pina
Rafa Barreto – Guitarra e voz
Maria Beraldo – Clarinete
Marcelo Cabral – Baixo
Thomas Harres – Bateria
 
2 Cães Errantes
Rafa Barreto – Guitarra e voz
Maria Beraldo – Clarone
Marcelo Cabral – Baixo
Thomas Harres - Bateria
 
3 Tony Manero
Rafa Barreto – Guitarra e voz
Maria Beraldo – Clarinete
Marcelo Cabral – Synth e Baixo
Thomas Harres - Bateria
 
4 Leviatã
Rafa Barreto – Guitarra e voz
Maria Beraldo – Clarone
Marcelo Cabral – Synth
Thomas Harres - Bateria
 
5 Oxalá Cresçam Pitangas
Rafa Barreto – Guitarra e voz
Maria Beraldo – Clarone
Marcelo Cabral – Synth
Thomas Harres - Bateria
 
6 Velho Menino
Rafa Barreto – Guitarra e voz
Maria Beraldo – Clarone
Marcelo Cabral – Baixo e Synth
Thomas Harres - Bateria
 
7 Boneca Inflável
Rafa Barreto – Guitarra e voz
Maria Beraldo – Clarone
Marcelo Cabral – Synth
 
8 Adeus à Linguagem
Rafa Barreto – Guitarra e voz
Maria Beraldo – Clarone
Marcelo Cabral – Baixo
Thomas Harres - Bateria
 
9 A Caça
Rafa Barreto – Guitarra e voz
Maria Beraldo – Clarone
Marcelo Cabral – Synth
Thomas Harres - Bateria
 
10 Homem Pássaro
Rafa Barreto – Guitarra e voz
Maria Beraldo – Clarone
Marcelo Cabral – Synth e Baixo
Thomas Harres - Bateria
 
11 Tatuagem
Rafa Barreto – Guitarra e voz
Maria Beraldo – Clarone
Marcelo Cabral – Synth
Thomas Harres – Bateria e percussão
 
12 Isto não é cinema
Rafa Barreto – Guitarra e voz
Maria Beraldo – Clarinete
Marcelo Cabral – Synth
Thomas Harres - Bateria
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SOL VELHO LUA NOVA FLAVIO TRIS

Sol Velho Lua Novaé o segundo álbum do cantor e compositor Flavio Tris. O disco traz 9 faixas autorais e representa a guinada do autor a um universo sonoro mais uniforme, de aspecto minimalista e contemplativo, ao contrário da atmosfera multifacetada de seu disco de estreia
(2013).“Sol Velho Lua Nova” foi gravado em uma imersão de 4 dias na sala de estar da Casa Lumieiro, em São Paulo, na companhia dos compositores mineiros Luiz Gabriel Lopes e César Lacerda - que também assinam a direção musical do álbum - do produtor carioca Elisio Freitas - responsável pela captação e mixagem - e do paulista Guiaugusto Pacheco. Todos assinam os arranjos coletivamente criados e executados ao longo do processo de gravação. O destaque à voz e
ao violão de Tris, aliado à delicadeza dos elementos que os circundam, dão protagonismo à dimensão lírica das canções e moldam o espírito do disco, que conta com participação especial da cantora Ceumar.
MÚSICOS
Flavio Tris, César Lacerda, Luiz Gabriel Lopes, Guiaugusto Pacheco, Elisio Freitas
 
PARTICIPAÇÕES ESPECIAIS
Ceumar, Mauricio Maas
 
FAIXAS
1. SOL VELHO LUA NOVA - Flavio Tris
2. UMA CANÇÃO - Flavio Tris
3. IN SILENCE - Flavio Tris
4. TERRA TERRA - Flavio Tris
5. ZIZO - Flavio Tris
6. ORIKI - Flavio Tris e César Lacerda
7. CANTO PARA DOIS  - Flavio Tris
8. QUINZE MIL ERAS - Flavio Tris
9. GAMELEIRA - Flavio Tris
 
FICHA TÉCNICA
Direção Musical: César Lacerda e Luiz Gabriel Lopes
Direção Artística: Flavio Tris
Gravado na Casa Lumieiro, São Paulo, por Elisio Freitas
Mixagem e Produção Musical: Elisio Freitas 
Assistência de Gravação e Direção Afetiva: Guiaugusto Pacheco 
Arranjos: Flavio Tris, César Lacerda, Luiz Gabriel Lopes, Elisio Freitas e Guiaugusto Pacheco
Masterização: Carlos Freitas em Classic Master - São Paulo
Gravações adicionais: Elisio Freitas em home studio, Rio de Janeiro e João Antunes em YB Studio, São Paulo 
Arte da capa e contracapa e foto: Modular Dreams (Danilo Barros e Priscilla Cesarino) 
Projeto Gráfico: Ricardo Reis e Flavio Tris
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SAMBAS DO ABSURDO GUI AMABIS, JUÇARA MARÇAL E RODRIGO CAMPOS

Trio formado por Gui Amabis (mpc), Juçara Marçal (voz) e Rodrigo Campos (violão), o Sambas do Absurdo apresenta o álbum homônimo, lançado em 2017. As composições, parceria de Campos com o artista plástico Nuno Ramos, são inspiradas no livro existencialista "O Mito de Sísifo", de Albert Camus. O show também conta com canções do premiado repertório autoral dos músicos.
FICHA TÉCNICA
Gui Amabis — mpc
Juçara Marçal — voz
Rodrigo Campos — violão
Pamela Leme — produção executiva
Fernando Narcizo — técnico de som
 
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KASTRUPISMO GUILHERME KASTRUP

Guilherme Kastrup relança, pelo Selo Circus, seu primeiro trabalho autoral: Kastrupismo. Um disco “instrumental com pegada de canção, experimental mas saborosamente pop; música para ouvidos livres”, na perfeita definição de Arnaldo Antunes. Estética da colagem – O nome do álbum refere-se à maneira única e original de Kastrup fazer música. O Kastrupismo é uma brincadeira de cortar e colar que faz parte da vida do músico desde que adquiriu seu primeiro programa de gravação digital e o primeiro sampler. “A possibilidade de recortar, transformar e reorganizar os áudios me encanta”, revela Kastrup. Como ponto de partida, um método de criação, denominado por ele de “reciclagem de áudios” – aproveitamento, manipulação e colagens de sons e ideias. Algumas composições do disco partiram de percussões gravadas para uma canção que, isoladas do contexto, tinham força própria. Outras, surgiram de poemas concretos, trechos de músicas e até de uma entrevista do Cartola, em que as palavras viraram jogos de sons. “Eu tinha a base e então, os amigos músicos vieram improvisar, acrescentando novos elementos que completaram o discurso”, explica.
Segundo Arnaldo Antunes, “Kastrupismo flui organicamente, entre riffs e ruídos, assobios e sopros, cordas e tambores. A estética da colagem lhe dá um caráter original que, conjugado à musicalidade espontânea dos fraseados e batuques, consegue nos embalar e surpreender a cada compasso”. Kastrupismo revela, enfim, as muitas facetas de Kastrup: o percussionista visceral, o pesquisador de novos e tradicionais ritmos brasileiros, o produtor que organiza e lapida rascunhos, o compositor de texturas sonoras oníricas e o músico generoso e articulador de
encontros que proporcionou as excelentes participações de Benjamim Taubkin , Edgard Scandurra, Kiko Dinucci , Ricardo Herz e Zé Pitoco entre outros. Ao longo dos mais de vinte anos de carreira, Kastrup acompanhou diversos artistas como Zé Miguel Wisnik, Adriana Calcanhoto, Vanessa da Mata, Chico César e Arnaldo Antunes,
com quem inclusive, criou uma parceria artística duradoura. Nos últimos anos, tornou-se requisitado produtor musical e se envolveu em projetos com Badi Assad, Bruno Morais, Andreia Dias, Zeca Baleiro, Márcia Castro, Banda Glória, Bruno Batista, entre outros. Na opinião do parceiro Cacá Machado, Kastrup faz parte de uma geração de
percussionistas e bateristas autores que construíram, de forma singular, no ambiente da música popular, um lugar único entre a música instrumental e a canção: música percussiva brasileira.
O encarte de Kastrupismo traz um pouco da história, do processo criativo e quem participou de cada musica para situar o ouvinte. “É um disco de paisagens que espero que desperte boas viagens”, conclui Kastrup.
 
2013 – 2016
VENTO BOM
Autor : Kastrup
Assovios, Conduite, Alfaias, Surdo, Latas, MPC, Space Eco – Kastrup
Synthetizadores e Samples de Cordas - Sacha Amback
Eres – Marcia Castro e Thalma de Freitas
Piano – Benjamim Taubkin
Samples tocados na MPC:
viola de Chico Lobo, Alfaias e space eco de Kastrup , retirados da faixa Eu Ando
Muito Cansado do CD Caipira do Mundo de Chico Lobo - Saravá discos
trumpet de Toby Lang e trombone de Bocato retirados da faixa A Vontade , do CD
A vontade Superstar de Bruno Morais- YB music
 
BRISA BREVE ( VINHETA )
Autor : Kastrup e Benjamim Taubkin
MPC: Kastrup
Piano: Benjamim Taubkin
Samples tocados na MPC: cigarras e sapos em Pouso da Cajaíba
 
MARCELA, CHEGUEI
Autor : kastrup
Bateria, Repinique, pandeiro, agogo, Latas, MPC - Kastrup
Guitarras – Gustavo Ruiz
Baixo e Teclado - Marcio Arantes
Saxofone Tenor - Thiago França
Samples tocados na MPC: Voz de Mestre Felipe na faixa Cheguei Do CD Tambor
de Crioula do Mestre Felipe, Triangulos, Reco de mola, zabumba e Alfaia
 
O CORPO
Autor: Arnaldo Antunes
Voz, Timbaus, berimbau, , garrafas, galão, surdo, reco e MPC – Kastrup
Piano – Benamim Taubkin
Coro : Thalma de Freitas e Marcia Castro
Sample tocados no MPC: Baixo de Henrique Alves e platéia ao vivo em show de
Arnaldo Altunes em Brasilia, base percussiva gravada por kastrup na faixa
Momento VIII, do CD O Corpo, de Arnaldo Antunes
 
TA MALUCO, RAPAZ?
Autor : Kastrup
Percuteria, pandeiro, Tama e MPC – Kastrup
Pifes – Simone Julian
Guitarras – Gustavo Ruiz
Violão – Kiko Dinucci
Baixo e Farfisa – Marcio Arantes
Electribe e-a1 – Chico Correa
Samples tocados na MPC: Cartola e Dona Zica extraídos de entrevista no
programa Ensaio de Fernando Faro em 23/03/1973,
 
TEXTO
Autor: Kastrup e Benjamim Taubkin
Berimbau e MPC: Kastrup
Piano: Benjamin Taubkin
Samples tocados na MPC: Berimbau, berimbau reverso, piano, Tambor baiano,
chapa, castanhas – Kastrup
Com inspiração na faixa Drifting Petals de Ralph Towner
 
PERDIDOS
Autor : Kastrup
 
Caixa clara e MPC : kastrup
Flautas (?) : Simone Julian
Violinos: Ricardo Herz
Guitarra: Edgard Scandurra
Samples tocados na MPC: Violões - Edgard Scandurra , Baixo - Paulo Tatit,.
Retirados da faixa Perdidos Numa Noite Suja, composta para a trilha de filme
homônimo.
 
A VIDA É ASSIM ( vinheta )
Autor: Benjamim Taubkin e Kastrup
 
MPC: Kastrup
Piano: Benjamim Taubkin
Samples na MPC: violinos de Ricardo Herz extraídos da faixa Perdidos
 
OOHH
Autor: Kastrup e DJ Tudo
 
Repinique e MPC : kastrup
Baixos : Alfredo Bello ( DJ Tudo )
Piano : Benjamin Taubkin
Samples tocados na MPC: base percussiva gravada para a faixa Por Este Jueves
De Enero, do CD Pásalo, de Luis Pastor ( ED ?), por kastrup
 
FREVANO
Autor: Kastrup
 
Caixa, Baixo Synth e MPC : Kastrup
Clarinetes e Saxofones : Zé Pitoco
Stylofone : Marcio Arantes
Piano: Benjamin Taubkin
Samples tocados na MPC: Saxofones de Zé Pitoco , Guizos , Berimbau e Beats de
kastrup
 
PENHASCO ( VINHETA )
Autor : Benjamim Taubkin e Kastrup
Piano: Benjamim Taubkin
MPC: Kastrup
 
NO FIM
Autor: Pedro Poli
 
Voz e assovios e pandeiro: Pedro Poli
Segunda voz : kastrup
Galão, pandeiros, repique, surdo, tamborin, agogo e MPC : Kastrup
Coro: Gero Camilo, Rubi, Tata Fernandes, Suzana Salles, Lu Lopes
 
Produzido por Guilherme Kastrup
Gravado por Guilherme Kastrup no estúdio Toca do Tatu – SP,
Piano gravado por Paulo Lepetit e Kastrup no estúdio (? )
Mixado por Ricardo Prado e Kastrup no estudio Toca da coruja - SP
Masterizado por Hoemro Lotito no estúdio Reference Master _ SP
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CANÇÕES ERÓTICAS DE NINAR Tom Zé

RELEASE DISCO
 
CANÇÕES ERÓTICAS DE NINAR é um disco sobre sexo, não há dúvida. Mas foi um trabalho exaustivo, no mundo de hoje, fazer um disco sobre esse assunto sem ofender a mulher. Objetivo conseguido.
Tom Zé confirma a força sexual de uma música em erupção, trata de assuntos tanto de sua infância e da educação sexual então inexistente, como de fatos e histórias de nossos dias e da cidade. Por exemplo, o caso da revista JP, quando Joyce Pascowitch envia uma repórter para ser massageada e esta descreve detalhadamente essa experiência. Tom Zé fez desse episódio uma das letras que fala do tempo atual: Orgasmo terceirizado.
Os arranjos de base foram feitos por Daniel Maia, Tom Zé e Marcelo Blanck.
 
Este também desenvolveu e apresenta em grande estilo alguns instrumentos experimentais, como o Buzinório, o Hertzé e o Berimblanck (base deste, o berimbau), que na música Sobe ni mim tem papel preponderante.
 
Divirta-se também com: Sexo; Descaração Familiar; Urgência Didática e No Tempo em que Havia Moça Feia. Os arranjos finais foram feitos por Paulo Lepetit.
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Jogos Da Noite - 2017 Suzana Salles, Pepê Mata Machado, Sérgio Reze e Filipe Massumi, com canções de Pepê Mata Machado

Um  CD e espetáculo musical de Suzana Salles, Pepê Mata Machado, Sérgio Reze e Filipe Massumi, com canções de Pepê Mata Machado para poemas simbolistas brasileiros.

Pepê criou canções para alguns epígonos nacionais do movimento literário que tem seu início na França, durante o conturbado último quartel do século XIX, e que, ao chegar ao Brasil, logo se espalhou por todas as suas regiões, tendo recebido também influências extra-literárias de acontecimentos locais historicamente importantes, como o início da República, as revoltas populares e a assinatura da Lei Áurea. Dentre esses epígonos do movimento estão Cruz e Souza, Alphonsus de Guimaraens e Álvaro Moreyra.

Intérprete e co-autora no projeto a cantora Suzana Salles esteve envolvida desde o início com o processo composicional, oferecendo generosamente elementos para a realização da composição/interpretação dos poemas-canções. Um procedimento comum na composição erudita contemporânea, porém raro na canção popular. E é justamente como intérprete, num quarteto formado pelo violão do compositor, por Sergio Reze, na bateria e gongos melódicos e Filipe Massumi, no violoncelo, que esse trabalho de co-autoria se revela mais forte e necessário. Juntos, estes 4 músicos mais o produtor musical André Magalhães são co-produtores num CD que vem com uma dose extra de poesia: aqui, em 13 faixas surpreendentes, a canção popular mostra porque um movimento literário instigante, cheio de mortes, renascimentos e contradições inspirou e inspira poetas “malditos”, compositores e cantores de todos os tempos.

Ficha Técnica:

Suzana Salles, voz

Sérgio Reze, bateria, gongos melódicos

Filipe Massumi,  violoncelo

Pepê Mata Machado, violões

Coro em “Corre Mais” : Paulo Padilha, Felipe Stucchi, Filipe Magalhães, André Magalhães, Sergio Reze, Filipe Massumi, Pepê Mata Machado.

André Magalhães: gravação e produção musical

Filipe Magalhães: assistente de gravação

 

Produção e Projeto do Objeto CD:

Direção de arte: Edith Derdyk. Design Gráfico: Ruth Alvarez

Fotografia: Georgia Branco e Pepê Mata Machado

 

Pós-Produção Musical:

Mixagem: André Magalhães

Finalização de mixagem analógica e masterização: Ricardo Mosca

Edição de Masterização: Reference Studio / Homero Lotito

 

Direção de Produção/distribuição: Guto Ruocco/ Circus

 

Co-direção de Produção e Mestra-Conselheira: Cibele Forjaz

Direção Geral: Suzana Salles e Pepê Mata Machado.

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Amazônia Órbita - 2016 DANTE OZZETTI

O disco Amazônia Órbita, de Dante Ozzetti, é formado por composições instrumentais do compositor, que assina os arranjos e também a produção musical, esta, em parceria com Du Moreira. As composições partes de inflexões rítmicas de ritmos da Amazônia, como o lundu do Marajó, marabaixo, batuque do Curiau, cacicó, vaqueiro do Marajó, samba de cacete, marambiré, entre outros. São escritas para instrumentos de sopros de orquestra como fagote, clarinete, flauta, tuba, além de cordas, violões, guitarras, baixo, piano, e inserções eletrônicas produzidas a partir dos elementos acústicos da percussão ( Trio Manari), que originaram as composições, desta forma fazendo parte da mesma.

Gravado no estúdio FlapC4 São Paulo, SP, por Luis Lopes

Técnico de gravação Vitor Cabral Cesar

Percussão gravada no estúdio APCE Belém, PA, por Assis Figueiredo

Cordas gravadas no estúdio Bocaina72 SP por José Luis Costa (Gato) e Gustavo do Vale

Engenheiro de mixagem Ricardo Labaki

Masterizado na Classic Master por Carlos Freitas

Fotos e Projeto gráfico - Gal Oppido Assistente Iago Ferrão

TRIO MANARI Marcio Jardim|Nazaco Gomes|Kleber Benigno Belém, PA

Arranjo de base de Heloisa Fernandes e Dante Ozzetti em

Carimbó Chorado|Vaqueiro do Marajó|Boi de Brinquedo

Baixo|Sintetizador|Efeitos - Du Moreira

Piano Heloisa Fernandes Flauta Marta Ozzetti

Fagote Ronaldo Pacheco Clarinete Maria Beraldo

Tuba Rubens Mattos Participação especial

Sergio Reze e Neimar Dias

Orquestra de cordas - Violinos Luis Amato Cesar Miranda|Dan Rafael Lira|Katia Spassova Costa|Leandro da Silva Dias|Rodolfo Delgado Lota|Alex Braga|Andreas Uhlemann Violas Emerson Luiz de Biaggi|Fabio Tagliaferri

Cellos Adriana Holtz|Vana Bock

 

Um lançamento CIRCUS produções fonográficas www.circusproducoes.com.br

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"O Meu Nome É Qualquer Um?" 2016 CÉSAR LACERDA E ROMULO FRÓES CÉSAR LACERDA E ROMULO FRÓES

No disco, uma espécie de anti-herói contemporâneo percorre o Brasil de agora tentando compreender a complexa miríade de assuntos à sua volta. O problema racial, o terceiro sexo, as redes sociais, o assassinato de crianças negras na favela, o amor, a morte. A ambiciosa cartografia reflete o protagonismo inquieto destes dois importantes artistas da cena contemporânea de música popular brasileira. O encontro desses dois artistas é motivo de celebração, e confirma a riqueza das suas trajetórias. A importância dos seus trabalhos revela inquietude estética e uma busca incessante pela reformulação da ideia de canção. “O Meu Nome é Qualquer Um”, é espelho que reflete com beleza e afrontamento não apenas o Brasil contemporâneo, mas também a relevância de César Lacerda e Romulo Fróes para a música feita hoje no país

Produzido por César Lacerda, Romulo Fróes e Carlos “ Cacá” Lima. Gravado, mixado e masterizado por Carlos “Cacá” Lima, nos estúdios YB (SP), 2016, A&R Mauricio Tagliari, Label Manager Benoni Hubmaier.

Assistente de gravação: João Risk e Pedro Vinci

Projeto gráfico: Thiago Lacaz

Fotos: José de Hollanda

Direção Arte: Alan Athayde e Hayge Mercúrio

Direção artística: César Lacerda & Romulo Fróes

Direção musical: César Lacerda & Romulo Fróes

Músicos: César Lacerda, Rodrigo Campos e Romulo Fróes

Uma realização: Circus Produções Culturais

Direção Geral: Guto Ruocco

Produção executiva: Cristina Maluli

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LAYA (2016) LAYA

As letras escritas ou interpretadas por ela somadas às suas referências do rock, do tropicalismo e, não menos importante, às suas influências nordestinas, se transformaram em quatorze músicas. “Vem Pra Chuva” (Maurício Tagliari), “Mais Brilhantes” (Laya), “Consideração” (Romulo Fróes e Clima), a dançante “Alheia” (Igor Caracas e Maria Ó) foram as primeiras canções a serem divulgadas e são a síntese desse disco de estreia, que coloca no mesmo caldeirão nomes consagrados da música brasileira com nomes promissores, ritmos e sons, sentimentos e sensações desses tempos conturbados, possíveis somente entre poesia e encontros.

Músicos participantes:

Mariá Portugal, Felipe Maia e Thomas Harres (bateria), Igor Caracas (percussão e vibrafone), Gabriel Bubu (baixo e guitarra), Jesus Sanchez (baixo), Mauricio Tagliari (guitarra), André Piruka e sua banda Höröyá, Luca Raele (clarinete e piano), o cubano Jorge Ceruto (trompete), Carlos Gadelha (guitarra), Dudu Tsuda (teclados), a cantora Juliana Perdigão (clarinete e flauta) , Guilherme Kafé (baixo e vocais) e Luiz Gayotto (vocais).

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AÇOITE (2016) JULIANA AMARAL

Com direção musical e arranjos de João Paulo Amaral, compositor, pesquisador e uma dos grandes nomes da viola caipira no país, Açoite traz canções inéditas, composições próprias e regravações, num repertório que busca tensionar as relações entre tradição e modernidade, campo e cidade, tanto do ponto de vista poético quanto musical. Assim, o disco trata dos diversos "açoites" do nosso tempo, de todos os tempos – solidão, abandono, violência, desamor, não-pertencimento.

Juliana Amaral e Humberto Pio – direção artística 
João Paulo Amaral – arranjos, direção musical 
com: João Paulo Amaral – viola caipira, violão, guitarra, voz; Gustavo Bugni –  teclados; Alberto Luccas – contrabaixo acústico; Rodrigo Digão Braz – bateria 
Gravado ao vivo no estúdio Síncopa Sound Specialist, Campinas, SP por Marcelo Cecchi, José Bichoff e Ricardo Domingues. Mixado por Marcelo Cecchi e João Paulo Amaral. Masterizado por Marcelo Cecchi.
Direção de arte – Humberto Pio; Projeto gráfico – Estúdio Risco; Fotos – Marcelo Dacosta
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PÓS VOCÊ E EU (2016) LÍVIA NESTROVSKI

Pela primeira vez juntos em um disco, pai e filha apresentam um repertório que traz, lado a lado, Pixinguinha e Luiz Tatit, Ary Barroso e Arrigo Barnabé, Tom Jobim e Dolores Duran, além de composições do próprio Nestrovski e algumas de suas versões para canções americanas e Lieder de Schubert e Schumann. 

Produção musical: Cacá Machado
Gravado em janeiro de 2016 no Estúdio YB Music (SP) por Carlos Lima.
Mixado e masterizado em fevereiro de 2016 no Estúdio YB Music (SP) por Cacá Machado; técnico responsável: Carlos Lima.
Violão: Lineu Bravo, 2010.
Design: Elaine Ramos. Foto da capa: Claudia Cavalcanti.
Foto do encarte: Gal Oppido. 
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LP DUPLO NÁ E ZÉ (2016) NÁ OZZETTI & ZÉ MIGUEL WISNIK

O LP duplo Ná e Zé traz duas faixas bônus - as canções "Mais Simples" (Zé Miguel Wisnik) e "Sopro de flor" (Dominguinhos e Zé Miguel Wisnik), que se somam às 14 músicas presentes no CD. Canções sobre poemas de Fernando Pessoa, Oswald de Andrade e Cacaso, parcerias com Alice Ruiz e Paulo Neves, compartilhadas por Ná e Zé ao longo desses anos, vêm agora a público. Além de tocar guitarras, baixos e teclados, Márcio Arantes é o produtor musical incumbido de criar a sonoridade do CD, cuja riqueza evidencia e realça a voz de Ná e o piano de Wisnik. Para isso, reuniu os bateristas Sérgio Reze e Gui Kastrup, o violonista Swami Jr, mais participações de Marcelo Jeneci, Gui Held, Gui Amabis, Arnaldo Antunes e dois arranjos instrumentais de Letieres Leite e Tiago Costa.

Produzido por Marcio Arantes entre 3 de outubro de 2014 e 2 de fevereiro de 2015 
Direção artística Ná Ozzetti e Zé Miguel Wisnik
Gravado no Estúdio Comep (São Paulo) por Gustavo Lenza; auxiliar técnico Vanderlei Pena; gravações adicionais Silvano Cunha
roadies Fábio Jeneci e Guilherme Diniz
Gravações adicionais: Estúdio Audiorama (São Paulo); Estúdio Salaviva - Espaço Cachuera! (São Paulo); Toca do Tatu (São Paulo); Estúdio Base (Salvador); Estúdio Parede-Meia (São Paulo). 
Edições adicionais: Fernando Rischbieter
Mixado no Estúdio La Nave (São Paulo) por Gustavo Lenza
Masterizado no Estudio Redtraxx (Miami-EUA) por Felipe Tichauer
Projeto gráfico e edição de imagem Teresa Maita; fotos Luiz Romero; tratamento da imagem da capa Rogerio Azevedo
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PÉROLAS AOS POUCOS (2003/2016) ZÉ MIGUEL WISNIK

 Lançado em 2003 pela Maianga e relançado pela CIRCUS em 2016, o CD foi produzido por Alê Siqueira. Pérolas aos poucos é o terceiro álbum solo de Wisnik e o primeiro que o artista conduz totalmente ao piano. "Pérolas aos poucos" é o nome também da faixa de abertura e fecho do CD. A canção é uma parceria com o poeta Paulo Neves. Pelo disco passam as participações das cantoras Ná Ozzetti, Luciana Alves, Jussara Silveira e Elza Soares. Caetano Veloso participa de "Assum branco". Zé Miguel grava pela primeira vez "DNA" que foi apresentada no Festival de MPB de 2000 da Rede Globo. "Baião de Quatro Toques", uma parceria com Luiz Tatit, brinca de levar Beethoven ao sertão. O Rio Grande do Sul é visitado também em "O Extremo Sul". Wisnik musicou o poema "Anoitecer", do mineiro Carlos Drummond de Andrade. Valsa azul” (Nélson Ferreira), “Tempo sem tempo”, composta com Jorge Mautner e “Sem receita”, com Alice Ruiz, são outras pérolas do CD.

Produzido por Alê Siqueira Gravado e mixado por Alê Siqueira e Flávio de Souza no Estúdio Ilha dos Sapos (Salvador), entre janeiro e maio de 2003. Pianos gravados por Alê Siqueira e Flávio de Souza no Teatro Castro Alves (Salvador). Gaita (faixa 7) e teclados (faixa 12) gravados por Gustavo Lenza no YB Studios (São Paulo). Voz de Caetano Veloso (faixa 5) gravada por Marcelo Sabóia no Estúdio AR (Rio de Janeiro). Assistente de estúdio: Sandro Santos. Produção executiva: Andréa Conceição. Arranjos: Alê Siqueira e Zé Miguel Wisnik, com a participação criativa dos instrumentistas. Masterizado por Carlos Freitas no estúdio Classic Master. Desenhos: Zé Tatit; reproduções dos desenhos: Nelson Kon; foto: Bob Wolfenson; projeto gráfico: Elaine Ramos.

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SÃO PAULO RIO (2000/2016) ZÉ MIGUEL WISNIK

São Paulo Rio foi o segundo disco de Zé Miguel Wisnik, lançado originalmente pela Maianga depois de sete anos do primeiro, José Miguel Wisnik (1993). Relançado agora pela CIRCUS, o CD começa com “São Paulo Rio”, que leva o nome do disco, uma marcha drum’n’bass cantada pelo compositor e acompanhada de percussão e flautas pelos cariocas Marcos Suzano e Carlos Malta. A segunda faixa, “Relp”, parceria com Marina Wisnik, tem as participações do paulista Arnaldo Antunes e da cantora Jussara Silveira. Segue-se “Comida e Bebida”, na voz de Elza Soares. A canção “Viúvo”, letra e música de Zé Miguel Wisnik, é introduzida “a capela” por “O tempo não apagou”, samba de Paulinho da Viola, que tem o seu estilo homenageado nessa faixa. “Terra Estrangeira”  composta originalmente para o filme do mesmo nome, de Walter Salles e Daniela Thomas. “O Sol Enganador”, tango russo da década de 30 que se tornou tradicionalmente conhecido no Leste Europeu (dá nome a um filme de Nikita Mikalkof), combina-se aqui com “Efeito Samba”, em parceria com Vadim Nikitin (“Adeus meu Rio de Janeiro/ eu vou-me embora pra Moscou”). Outros destaques, “Para Elisa”, parceria com Luiz Tatit. “Primeiro fundamento”, parceria com Guilherme Wisnik (e com as participações de Bocato e Jaques Morelembaum), e “Fim do Ano”, parceria com Swami Junior. O disco termina com “Outono” e “Inverno”, duas canções da série de quatro “estações” feitas para o Teatro Oficina. Do “Inverno (Anhangabaú da Felicidade)”, com suas referências a Adoniran Barbosa, participam Elza Soares, Jussara Silveira e uma ala de pastoras da Portela. São Paulo Rio foi produzido por Alê Siqueira, que trabalhou com Wisnik e Tom Zé na trilha de Parabelo, feita para o grupo Corpo e depois tornou-se o produtor musical dos seus dois próximos CDs: Pérolas aos poucos e Indivisível.

Produzido por Alê Siqueira Gravado por Alê Siqueira em seu home-studio e mixado no estúdio Compasso por Flávio de Souza e Alê Siqueira. Pianos gravados por Alê Siqueira e Flávio de Souza no estúdio Banda Sonora. Masterizado por Carlos Freitas no estúdio Classic Master. Elza Soares gentilmente cedida pelos deuses. Arnaldo Antunes e Jussara Silveira gentilmente cedidos pelos deuses e pela BMGBrasil e Dubas, respectivamente. Fotos de Zé Miguel Wisnik com Elza Soares e Jussara Silveira: José Luiz Pederneiras. Foto do túnel do Anhangabaú: Marco Ankosqui [Folha Imagem]. Projeto gráfico: Elaine Ramos e Guilherme Wisnik. Colagens: A grande onda, Katsushika Hokusai; cartazes da Companhia de Navegação Aérea; fotos, Elaine Ramos
vozes Surica, Tia Doca, Tia Eunice, Áurea Maria, Teresa Cristina [Velha Guarda da Portela]; cavaquinho Milton de Mori; violão Chico Pinheiro; violão de 7 cordas Swami Junior; trombone Bocato; percussão Marcos Suzano

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JOSÉ MIGUEL WISNIK (1993/2016) ZÉ MIGUEL WISNIK

É o primeiro disco de Wisnik, gravado e lançado originalmente pela Camerati. Zé Miguel Wisnik já estava ligado ao Grupo Rumo e à Vanguarda Paulista. Ná Ozzetti, Luiz Tatit e Arrigo Barnabé tem participação destacada no CD. Uma temporada de espetáculos ao lado de Ná Ozzetti e Suzana Salles no teatro Off em São Paulo colocou o artista pela primeira vez se apresentando ao vivo. Ná Ozzetti já gravara quatro canções de Wisnik no seu álbum de estreia solo em 1988. O pianista e compositor que participou do Festival Universitário da TV Tupi com a canção “Outra viagem”, interpretada por Alaíde Costa em 1968, estava definitivamente de volta à cena musical com seu primeiro CD autoral. O jornalista Carlos Calado escreveu em 1993 que “com o seu intrigante disco de estreia”, Wisnik assumia “de vez um lugar entre os mestres da música popular brasileira”. A Folha de São Paulo publicou uma crítica de Caetano Veloso dizendo que “esse disco é, para mim, o complemento de tudo que eu quero festejar com Gil [em Tropicália2]. A ponte Bahia-São Paulo, entre tantas coisas que desmoronam no Brasil, está de pé. Isto é muitíssima coisa”. 

Direção musical: José Miguel Wisnik e Ricardo Breim
Direção artístico: José Miguel Wisnik
Técnicos de gravação: Júlio Menezes e Vladimir F. Ganzerla
Produção executiva e mixagem: Claudio Lucci
Gravado no Estúdio Camerati, Santo André (SP), em julho- dezembro de 92 Piano acústico nas faixas Se meu mundo cair, Laser, A olhos nus e Polonaise gravado no Nosso Estúdio (SP).
Capa e projeto gráfico: Célia Euvaldo e Laura Vinci
Arte final: ICON- graph
Foto: Gal Oppido

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LP AVA PATRYA YNDIA YRACEMA (2015) AVA ROCHA

Versão em vinil do primeiro disco de Ava Rocha, "Ava Patrya Yndia Yracema", cantora que vem sendo comparada a Gal Costa e Cássia Eller. Para a primeira obra solo recrutou como produtor o músico Jonas Sá, que participou do disco "Cê", de Caetano Veloso. O jeito de falar de Ava, que vive no Rio e tem 36 anos, muitas vezes evoca expressões dos anos 1960/1970. Algo que se reflete em "Ava Patrya Yndia Yracema", com uma sonoridade próxima do tropicalismo, com arranjos de cordas, guitarras distorcidas e momentos experimentais espalhados ao longo do disco.

Produzido por Jonas Sá

Gravado e Mixado por Martin Scian no estúdio Maravilha 8 e Monoaural Estúdios entre janeiro e agosto de 2014

Masterizado por Ricardo Garcia nos Estúdios Magic Master

Arranjos de cordas e sopros por Jonas Sá e Daniel Vasques

Cordas e sopros conduzidos por Daniel Vasques

Produção executiva - Alan Athayde

Projeto Gráfico - Celina Kuschnir e Maíra Senise

Ilustrações - Maíra Senise

Foto Capa - Celina Kuschnir

Fotos - Rafael Salim

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POIN (2016) PEQUENA ORQUESTRA INTERATIVA

A POIN - Pequena Orquestra Interativa - é um septeto formado por músicos que tocam violão, acordeon, flauta, violino, sousafone e percussão, e que tem como principal característica a interatividade com o público. O som da POIN é uma mistura de musica dos balcãs, klesmer, valsas malucas e musica cigana. O ritmo é contagiante e é praticamente impossível ouvir sem que o corpo inicie movimentos ao compasso da música. Diversão garantida para crianças de todas as idades!

Concepção, direção musical, composições e arranjos – Gustavo Finkler
Renata Mattar – sanfona
Gustavo Finkler – violão
Micaela Nassif – violino
Mateus Mapa – flauta e flautim
Renato Farias - sousafone
Dani Zulu – percussão
Gustavo Souza - percussão

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A MULHER DO FIM DO MUNDO (2015) ELZA SOARES

“A Mulher do Fim do Mundo”, fruto da parceria da artista com um grupo de músicos paulistanos liderado pelo produtor Guilherme Kastrup, aposta em sonoridade pesada com arranjos e timbres vanguardistas. A carreira de Elza Soares sempre foi pautada pela ousadia, seja pela maneira de cantar, pela atitude no palco ou pelas escolhas artísticas. No álbum “A Mulher do Fim do Mundo” (pelo selo Circus, com patrocínio da Natura Musical), a cantora dá mais um salto ao se unir à vanguarda musical paulistana, no primeiro trabalho de sua trajetória composto somente por canções inéditas. 
Produzido por Guilherme Kastrup
Direção Artística: Romulo Fróes e Celso Sim
Produção Executiva: Ernst von Bönninghausen (RE Productions)
Gravado no Red Bull Studios São Paulo - SP - por Rodrigo “Funai“ Costa e assistente Marcelo Guerreiro
Gravações adicionais no estúdio Toca do Tatu - SP - por Guilherme Kastrup
Gravações de vozes adicionais - Estúdio Ciatec - RJ - por Anderson Trindade Barros
e assistente Arthur Luna Beccaris
Mixado por Victor Rice no Estúdio Copam - SP
Masterizado por Felipe Tichauer no estúdio Red Traxx Mastering - Miami -USA
Fotos: Alexandre Eça
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AVA PATRYA YNDIA YRACEMA (2015) AVA ROCHA

Ava lança seu primeiro disco solo, "Ava Patrya Yndia Yracema" e vem sendo comparada a Gal Costa e Cássia Eller. Para a primeira obra solo recrutou como produtor o músico Jonas Sá, que participou do disco "Cê", de Caetano Veloso. O jeito de falar de Ava, que vive no Rio e tem 36 anos, muitas vezes evoca expressões dos anos 1960/1970. Algo que se reflete em "Ava Patrya Yndia Yracema", com uma sonoridade próxima do tropicalismo, com arranjos de cordas, guitarras distorcidas e momentos experimentais espalhados ao longo do disco.

Produzido por Jonas Sá
Gravado e Mixado por Martin Scian no estúdio Maravilha 8 e Monoaural Estúdios entre janeiro e agosto de 2014
Masterizado por Ricardo Garcia nos Estúdios Magic Master
Arranjos de cordas e sopros por Jonas Sá e Daniel Vasques Cordas e sopros conduzidos por Daniel Vasques
Produção executiva - Alan Athayde
Projeto Gráfico - Celina Kuschnir e Maíra Senise
Ilustrações - Maíra Senise
Foto Capa - Celina Kuschnir
Fotos - Rafael Salim

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NÁ E ZÉ (2015) NÁ OZZETTI & ZÉ MIGUEL WISNIK

O CD traz catorze canções, das quais dez inéditas, todas da autoria de Zé Miguel, que ganham a interpretação de Ná. Canções sobre poemas de Fernando Pessoa, Oswald de Andrade e Cacaso, parcerias com Alice Ruiz e Paulo Neves, compartilhadas por Ná e Zé ao longo desses anos, vêm agora a público. Além de tocar guitarras, baixos e teclados, Márcio Arantes é o produtor musical incumbido de criar a sonoridade do CD, cuja riqueza evidencia e realça a voz de Ná e o piano de Wisnik. Para isso, reuniu os bateristas Sérgio Reze e Gui Kastrup, o violonista Swami Jr, mais participações de Marcelo Jeneci, Gui Held, Gui Amabis, Arnaldo Antunes e dois arranjos instrumentais de Letieres Leite e Tiago Costa.

Produzido por Marcio Arantes entre 3 de outubro de 2014 e 2 de fevereiro de 2015 
Direção artística Ná Ozzetti e Zé Miguel Wisnik
Gravado no Estúdio Comep (São Paulo) por Gustavo Lenza; auxiliar técnico Vanderlei Pena; gravações adicionais Silvano Cunha
roadies Fábio Jeneci e Guilherme Diniz
Gravações adicionais: Estúdio Audiorama (São Paulo); Estúdio Salaviva - Espaço Cachuera! (São Paulo); Toca do Tatu (São Paulo); Estúdio Base (Salvador); Estúdio Parede-Meia (São Paulo). 
Edições adicionais: Fernando Rischbieter
Mixado no Estúdio La Nave (São Paulo) por Gustavo Lenza
Masterizado no Estudio Redtraxx (Miami-EUA) por Felipe Tichauer
Projeto gráfico e edição de imagem Teresa Maita; fotos Luiz Romero; tratamento da imagem da capa Rogerio Azevedo
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VÁS (2014) MARINA WISNIK

“Vas é uma mistura de músicas antigas que eu tinha com outras bem recentes. Ele não é um disco de músicas de amor, como o outro. Eu o fiz num contexto diferente. Esses últimos anos em que entramos com cada vez mais intensidade na virtualização das relações me tocou bastante. Nosso mundo está passando por uma transformação intensa e surge a necessidade de expressar as sensações que decorrem dessas transformações. Esse disco fala bastante também sobre fim e recomeço. Transmutações tanto no sentido da vida quanto no processo criativo. O poder de transmutar da vida e da arte. A palavra Vás está deslocada na música “Para o nada”. O certo pela gramática seria ‘vades’ ou ‘ides’. Mas a poesia é o lugar onde a gente é livre, pode recriar a gramática, relacionando sentido e forma. Vás é o voo, o rasgo, a rota, o fluxo. É ar, som e coisa em movimento.” 

Trecho extraído de Entrevista de Marina Wisnik cedida para o site: http://www.amusicoteca.com.br/?p=9316#sthash.OujkMbab.dpuf

Produção: Alexandre Fontanetti

Gravação: Alexandre Fontanetti e Bruno Fiacadori, Space Blues, 2013 a 2014.

Mixado por Alexandre Fontanetti, Space Blues, fevereiro e março de 2014

Masterizado por Carlos Freitas, Classic Master.

Produção executiva: Bivolt Produções

Distribuição: Circus Produções

Projeto gráfico e identidade visual: João Livra

Participações especiais: Adriano Busko, Marcelo Jeneci, Sérgio Reze, Marcelo Poletto, Bruno Fiacadori e Leandro Henrique

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SILENCIA (2014) CEUMAR

Traz composições de Ceumar e de artistas como Vitor Ramil, Kiko Dinucci, Miltinho Edilberto, Gildes Bezerra, Déa Trancoso, entre outros. Um repertório reunindo canções marcadas pela dinâmica entre som e silêncio, delicadezas, movimentos sutis, com uma sonoridade ao mesmo tempo lírica e popular. O álbum é fruto da parceria musical entre Ceumar, que mora na Holanda desde 2009, com o violoncelista francês Vincent Ségal, profundo conhecedor da música brasileira. No estúdio, a cantora contou com músicos velhos conhecidos como Webster Santos, Ari Colares, Swami Júnior, Zezinho Pitoco, Olívio Filho, Ivan Vilela e Ricardo Mosca.

Direção Musical: Vicent Ségal | Produção Geral: Ceumar

Gravado e mixado: Ricardo Mosca, Na Cena Studio, Studio do Mosca(SP)/2014.

Masterizado por: Marc Broer -Live® concert recording Amsterdam. Maio/2014

Projeto Gráfico e Fotografia: Juliana Coelho

Desenho da Capa: Tié Coelho Todão

Concepção do Projeto: Ceumar & Sandra Lacerda

Produção Executiva: Sandra Lacerda & Lourdes Casquete

Administração do Projeto: Berlim Produções e Comunicações - Vagner Giannetti e Andressa Giannetti

Produção Geral e Distribuição no Brasil: Circus Produções Culturais 

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TREMOR ESSENCIAL (2014) CELSO SIM

Depois dos elogiados cds Celso Sim, vamos logo sem paredes! (2008), e Pra que Chorar (2010, Biscoito Fino) com Arthur Nestrovski, o cantor e compositor lança este Tremor Essencial, com uma sonoridade rock’n roll (sex appel, violência, humor, amor e atitude) com guitarras, baterias e baixos potentes, visitando da balada pop ao ijexá, da morna caboverdiana ao tecnobrega, da canção de ninar ao funk.

No repertório, parcerias inéditas do compositor e cantor com Arnaldo Antunes, Antonio Risério, Xico Sá, Cacá Machado e Pepê Mata Machado, entre outros - além da parceria, inédita em disco, de José Miguel Wisnik e Jorge Mautner “A liberdade é bonita”, cantada no CD por Elza Soares e Celso Sim. 

Produção Musical: Guilherme Kastrup e Estevan Sinkovitz

Produção: Washington Cavalcanti e Celso Sim | Direção Artística: Celso Sim

Participação especial: Voz: Elza Soares

Gravado: TOCA DO TATU, por Leonardo Shina, Fernando Narciso, Diego Cordes e Guilherme Kastrup; exceto a voz de Elza Soares - Pedra da Gávea, (RJ), por Guilherme Kastrup.

Mixagem: Ricardo Prado | Masterização: Fernando Sanches

Projeto gráfico: Rodrigo Cerviño Lopez

Produção Executiva: Selo Sem Paredes e Circus Produções

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LP ESLAVOSAMBA (2014) CACÁ MACHADO

LP de canções do compositor Cacá Machado com seus parceiros de origem eslava: Arthur Nestrovski, Guilherme Wisnik, Vadim Nikitin, André Stolarski e Eduardo Climachauska.Com as participações de Elza Soares, Márcia Castro, Kiko Dinucci, Romulo Fróes, Juçara Marçal, Ná Ozzetti, Luciana Alves, Zé Miguel Wisnik, Arrigo Barnabé, Celso Sim, Rodrigo Campos, entre outros. Produzido por Gui Kastrup, Romulo Fróes e Cacá Machado

Produção musical: Gui Kastrup
Co-produção musical: Cacá Machado
Direção artística: Cacá Machado e Romulo Fróes
Produção executiva: Guto Ruocco, Sandra Lacerda/Circus
Produções A&R: Maurício Tagliari
Label Manager: Allana Morais
Arranjos de base: Cacá Machado, com a colaboração de todos os músicos, exceto “Não veio”, criado por Kiko Dinucci
Arranjo de clarinetas em “Valsa Lunar": Luca Raele
Arranjo de sopros em “Outro País”: Cacá Machado
Gravação, mixagem e masterização: Carlos Lima, Estúdio YB (SP)
Assistentes de gravação: Diego Techera, Klaus Sena e Fernando Rischbieter
Gravações adicionais: Kassin, Estúdio Nas Nuvens (RJ); Gui Kastrup, Toca do Tatú (SP); Cacá Machado, Estúdio Gaia (SP)
Direção de arte e design: Amanda Dafoe
Foto: Matthieu Rougé

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EMBALAR (2013) NÁ OZZETTI

EMBALAR é o décimo disco da cantora e compositora Ná Ozzetti em carreira solo. O trabalho foi realizado por Ná e os músicos Dante Ozzetti (violões), Mário Manga (guitarras e violoncelo), Sérgio Reze, (bateria e gongos melódicos) e Zé Alexandre Carvalho (contrabaixo acústico) e conta com as participações especiais de Mônica Salmaso, Juçara Marçal, Kiko Dinucci, Ivan Vilela, Marcelo Pretto, Mariana Furquim e Uirá Ozzetti. No repertório canções inéditas, da cantora e seus parceiros Dante Ozzetti, Luiz Tatit, Alice Ruiz, Kiko Dinucci, Manu Lafer, Makely Ka, Déa Trancoso e Tulipa Ruiz, entre outros.

Dante Ozzetti: violões | Mário Manga: guitarras e violoncelo

Sérgio Reze: bateria e gongos melódicos | Zé Alexandre Carvalho: contrabaixo

Participações especiais: Ivan Vilela, Juçara Marçal, Kiko Dinucci, Marcelo Pretto, Mariana Furquim, Monica Salmaso, Uirá Ozzetti.

Produzido por Ná Ozzetti, Dante Ozzetti, Mário Manga, Sérgio Reze e Zé Alexandre Carvalho.

Projeto gráfico: Teresa Maita

Fotos: Carolina Rolim, Eric Rahal e Teresa Maita

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ESLAVOSAMBA (2013) CACÁ MACHADO

CD de canções do compositor Cacá Machado com seus parceiros de origem eslava: Arthur Nestrovski, Guilherme Wisnik, Vadim Nikitin, André Stolarski e Eduardo Climachauska.Com as participações de Elza Soares, Márcia Castro, Kiko Dinucci, Romulo Fróes, Juçara Marçal, Ná Ozzetti, Luciana Alves, Zé Miguel Wisnik, Arrigo Barnabé, Celso Sim, Rodrigo Campos, entre outros. Produzido por Gui Kastrup, Romulo Fróes e Cacá Machado

Produção musical: Gui Kastrup | Co-produção musical: Cacá Machado

Direção artística: Cacá Machado e Romulo Fróes

Produção executiva: Guto Ruocco, Sandra Lacerda/Circus Produções

A&R: Maurício Tagliari Label

Manager: Allana Morais

Gravação, mixagem e masterização: Carlos Lima, Estúdio YB (SP)

Gravações adic.: Kassin, Estúdio Nas Nuvens (RJ); Gui Kastrup, Toca do Tatú (SP); Cacá Machado, Estúdio Gaia (SP)

Direção de arte e design: Amanda Dafoe

Foto: Matthieu Rougé

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DINDINHA (2000) CEUMAR

DINDINHA é o primeiro cd de CEUMAR, lançado em 2000. Produzido por Zeca Baleiro, com sonoridade acústica, o cd apresenta composições de Luiz Gonzaga e Sinhô com inéditas de Chico César, Itamar Assumpção e Zeca Baleiro. “Ceumar fez de Dindinha um disco luminoso, marcando uma estréia que honra a fonografia. É uma estrela sofisticada com todas as qualidades, as necessárias e as mais que suficientes, para fazer sucesso popular.” Mauro Dias, O Estado de São Paulo, 2000

Produção: Zeca Baleiro | Co-produção: Ceumar

Produção Executiva: Tata Fernandes

Direção Artística: Ceumar, Tata Fernandes e Zeca Baleiro

Gravado: 1998/1999 (SP),“Wah Wah” - Flávio Decaroli e Lucélia Santana;

Zabumba - Flávio Decaroli e André Magalhães

Mixado: Luiz Leme -“Audiomobile” | Masterizado: Carlinhos J. -“Oficina Áudio e Vídeo”

Projeto Gráfico: Beatriz Corrêa | Produção Gráfica: Luiz Cordeiro

Relançamento: Selo Circus Produções Culturais & Fonográficas

Revisão de Projeto Gráfico: Andrea Pedro

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NA RUA AGORA (2012) MARINA WISNIK

A compositora, cantora, escritora e arte-educadora Marina Wisnik lança seu disco de estreia, “Na Rua Agora”. O álbum tem produção de Marcelo Jeneci e Yury Kalil. Totalmente autoral, o disco traz onze faixas, incluindo as parcerias "Miragem", ao lado do pai da compositora, Zé Miguel Wisnik, e "Primeiro Céu", com Jeneci, que além de produzir o trabalho, empresta seu talento como multiinstrumentista a todas as canções. O disco conta ainda com a participação do cantor e compositor Thiago Pethit na música “Dezesseis”.

Produção executiva: Ana Paula Veríssimo

Gravado e mixado por Yuri Kalil

Gravado no estúdio Mosh- maio/2011

Gravações adic. e mixagem no estúdio Totem- junho a setembro/2011 Melotron e korg - Estúdio A9, por Jan Soisalo; Hammond B3 e vozes - estúdio Spaceblues, por Alexandre Fontanetti

Masterizado por Ricardo Garcia no estúdio Magic Master

Projeto Gráfico: Elaine Ramos

Fotografia: Mariana Tassinari

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INDIVISÍVEL (2011) ZÉ MIGUEL WISNIK

“Indivisível” é o quarto trabalho de Zé Miguel Wisnik. Um CD duplo, produzido por Alê Siqueira com participações especiais de Chico Buarque e Luiz Tatit. Zé Miguel Wisnik canta em todas as faixas dos discos, além de tocar piano em todas canções de um deles. O outro CD, tem o violão de Arthur Nestrovski como base. Não bastassem o ineditismo e a beleza das canções, “Indivisível” se notabiliza pelo projeto gráfico idealizado por Elaine Ramos.

Produzido por Alê Siqueira

Produção executiva: Sergia Percassi

Gravação e mixagem: Carlos (Cacá) Lima - YB (SP)

Gravações adic.: Ricardo Moska e Maurício Gargel - Na Cena (SP); Monoaural (RJ); Paulo Lepetit - Outra Margem (SP)

Masterização: Carlos Freitas - Classic Master

Projeto gráfico: Elaine Ramos

Produção gráfica: Letícia Mendes

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MEU NOME (2009) CEUMAR

Título de estréia do selo Circus Produções Fonográficas, Meu Nome é o 4º disco da cantora Ceumar, e apresenta ao público seu lado menos conhecido: o de compositora. Produzido pelo músico e produtor holandês Ben Mendes, é o registro ao vivo dos shows realizados no Teatro Fecap (maio e junho de 2008) em que Ceumar apresentou 20 canções, todas de sua autoria, acompanhada quase que unicamente de seus violões.

Direção Artística: Ceumar

Produção Musical: Ben Mendes

Produção Executiva: CIRCUS Produções _Guto Ruocco, Sandra Lacerda

Gravação: Alberto Ranellucci, Jorge Godói, Rafael Valim, Ben Mendes

Mixagem: Ben Mendes

Masterização: Carlos Freitas _Classic Master

Direção de Arte: Jaime Prades

Fotografia: Paulo Fridman