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Jogos Da Noite - 2017 Suzana Salles, Pepê Mata Machado, Sérgio Reze e Filipe Massumi, com canções de Pepê Mata Machado

Um  CD e espetáculo musical de Suzana Salles, Pepê Mata Machado, Sérgio Reze e Filipe Massumi, com canções de Pepê Mata Machado para poemas simbolistas brasileiros.

Pepê criou canções para alguns epígonos nacionais do movimento literário que tem seu início na França, durante o conturbado último quartel do século XIX, e que, ao chegar ao Brasil, logo se espalhou por todas as suas regiões, tendo recebido também influências extra-literárias de acontecimentos locais historicamente importantes, como o início da República, as revoltas populares e a assinatura da Lei Áurea. Dentre esses epígonos do movimento estão Cruz e Souza, Alphonsus de Guimaraens e Álvaro Moreyra.

Intérprete e co-autora no projeto a cantora Suzana Salles esteve envolvida desde o início com o processo composicional, oferecendo generosamente elementos para a realização da composição/interpretação dos poemas-canções. Um procedimento comum na composição erudita contemporânea, porém raro na canção popular. E é justamente como intérprete, num quarteto formado pelo violão do compositor, por Sergio Reze, na bateria e gongos melódicos e Filipe Massumi, no violoncelo, que esse trabalho de co-autoria se revela mais forte e necessário. Juntos, estes 4 músicos mais o produtor musical André Magalhães são co-produtores num CD que vem com uma dose extra de poesia: aqui, em 13 faixas surpreendentes, a canção popular mostra porque um movimento literário instigante, cheio de mortes, renascimentos e contradições inspirou e inspira poetas “malditos”, compositores e cantores de todos os tempos.

Ficha Técnica:

Suzana Salles, voz

Sérgio Reze, bateria, gongos melódicos

Filipe Massumi,  violoncelo

Pepê Mata Machado, violões

Coro em “Corre Mais” : Paulo Padilha, Felipe Stucchi, Filipe Magalhães, André Magalhães, Sergio Reze, Filipe Massumi, Pepê Mata Machado.

André Magalhães: gravação e produção musical

Filipe Magalhães: assistente de gravação

 

Produção e Projeto do Objeto CD:

Direção de arte: Edith Derdyk. Design Gráfico: Ruth Alvarez

Fotografia: Georgia Branco e Pepê Mata Machado

 

Pós-Produção Musical:

Mixagem: André Magalhães

Finalização de mixagem analógica e masterização: Ricardo Mosca

Edição de Masterização: Reference Studio / Homero Lotito

 

Direção de Produção/distribuição: Guto Ruocco/ Circus

 

Co-direção de Produção e Mestra-Conselheira: Cibele Forjaz

Direção Geral: Suzana Salles e Pepê Mata Machado.

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Amazônia Órbita - 2016 DANTE OZZETTI

O disco Amazônia Órbita, de Dante Ozzetti, é formado por composições instrumentais do compositor, que assina os arranjos e também a produção musical, esta, em parceria com Du Moreira. As composições partes de inflexões rítmicas de ritmos da Amazônia, como o lundu do Marajó, marabaixo, batuque do Curiau, cacicó, vaqueiro do Marajó, samba de cacete, marambiré, entre outros. São escritas para instrumentos de sopros de orquestra como fagote, clarinete, flauta, tuba, além de cordas, violões, guitarras, baixo, piano, e inserções eletrônicas produzidas a partir dos elementos acústicos da percussão ( Trio Manari), que originaram as composições, desta forma fazendo parte da mesma.

Gravado no estúdio FlapC4 São Paulo, SP, por Luis Lopes

Técnico de gravação Vitor Cabral Cesar

Percussão gravada no estúdio APCE Belém, PA, por Assis Figueiredo

Cordas gravadas no estúdio Bocaina72 SP por José Luis Costa (Gato) e Gustavo do Vale

Engenheiro de mixagem Ricardo Labaki

Masterizado na Classic Master por Carlos Freitas

Fotos e Projeto gráfico - Gal Oppido Assistente Iago Ferrão

TRIO MANARI Marcio Jardim|Nazaco Gomes|Kleber Benigno Belém, PA

Arranjo de base de Heloisa Fernandes e Dante Ozzetti em

Carimbó Chorado|Vaqueiro do Marajó|Boi de Brinquedo

Baixo|Sintetizador|Efeitos - Du Moreira

Piano Heloisa Fernandes Flauta Marta Ozzetti

Fagote Ronaldo Pacheco Clarinete Maria Beraldo

Tuba Rubens Mattos Participação especial

Sergio Reze e Neimar Dias

Orquestra de cordas - Violinos Luis Amato Cesar Miranda|Dan Rafael Lira|Katia Spassova Costa|Leandro da Silva Dias|Rodolfo Delgado Lota|Alex Braga|Andreas Uhlemann Violas Emerson Luiz de Biaggi|Fabio Tagliaferri

Cellos Adriana Holtz|Vana Bock

 

Um lançamento CIRCUS produções fonográficas www.circusproducoes.com.br

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"O Meu Nome É Qualquer Um?" 2016 CÉSAR LACERDA E ROMULO FRÓES CÉSAR LACERDA E ROMULO FRÓES

No disco, uma espécie de anti-herói contemporâneo percorre o Brasil de agora tentando compreender a complexa miríade de assuntos à sua volta. O problema racial, o terceiro sexo, as redes sociais, o assassinato de crianças negras na favela, o amor, a morte. A ambiciosa cartografia reflete o protagonismo inquieto destes dois importantes artistas da cena contemporânea de música popular brasileira. O encontro desses dois artistas é motivo de celebração, e confirma a riqueza das suas trajetórias. A importância dos seus trabalhos revela inquietude estética e uma busca incessante pela reformulação da ideia de canção. “O Meu Nome é Qualquer Um”, é espelho que reflete com beleza e afrontamento não apenas o Brasil contemporâneo, mas também a relevância de César Lacerda e Romulo Fróes para a música feita hoje no país

Produzido por César Lacerda, Romulo Fróes e Carlos “ Cacá” Lima. Gravado, mixado e masterizado por Carlos “Cacá” Lima, nos estúdios YB (SP), 2016, A&R Mauricio Tagliari, Label Manager Benoni Hubmaier.

Assistente de gravação: João Risk e Pedro Vinci

Projeto gráfico: Thiago Lacaz

Fotos: José de Hollanda

Direção Arte: Alan Athayde e Hayge Mercúrio

Direção artística: César Lacerda & Romulo Fróes

Direção musical: César Lacerda & Romulo Fróes

Músicos: César Lacerda, Rodrigo Campos e Romulo Fróes

Uma realização: Circus Produções Culturais

Direção Geral: Guto Ruocco

Produção executiva: Cristina Maluli

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LAYA (2016) LAYA

As letras escritas ou interpretadas por ela somadas às suas referências do rock, do tropicalismo e, não menos importante, às suas influências nordestinas, se transformaram em quatorze músicas. “Vem Pra Chuva” (Maurício Tagliari), “Mais Brilhantes” (Laya), “Consideração” (Romulo Fróes e Clima), a dançante “Alheia” (Igor Caracas e Maria Ó) foram as primeiras canções a serem divulgadas e são a síntese desse disco de estreia, que coloca no mesmo caldeirão nomes consagrados da música brasileira com nomes promissores, ritmos e sons, sentimentos e sensações desses tempos conturbados, possíveis somente entre poesia e encontros.

Músicos participantes:

Mariá Portugal, Felipe Maia e Thomas Harres (bateria), Igor Caracas (percussão e vibrafone), Gabriel Bubu (baixo e guitarra), Jesus Sanchez (baixo), Mauricio Tagliari (guitarra), André Piruka e sua banda Höröyá, Luca Raele (clarinete e piano), o cubano Jorge Ceruto (trompete), Carlos Gadelha (guitarra), Dudu Tsuda (teclados), a cantora Juliana Perdigão (clarinete e flauta) , Guilherme Kafé (baixo e vocais) e Luiz Gayotto (vocais).

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AÇOITE (2016) JULIANA AMARAL

Com direção musical e arranjos de João Paulo Amaral, compositor, pesquisador e uma dos grandes nomes da viola caipira no país, Açoite traz canções inéditas, composições próprias e regravações, num repertório que busca tensionar as relações entre tradição e modernidade, campo e cidade, tanto do ponto de vista poético quanto musical. Assim, o disco trata dos diversos "açoites" do nosso tempo, de todos os tempos – solidão, abandono, violência, desamor, não-pertencimento.

Juliana Amaral e Humberto Pio – direção artística 
João Paulo Amaral – arranjos, direção musical 
com: João Paulo Amaral – viola caipira, violão, guitarra, voz; Gustavo Bugni –  teclados; Alberto Luccas – contrabaixo acústico; Rodrigo Digão Braz – bateria 
Gravado ao vivo no estúdio Síncopa Sound Specialist, Campinas, SP por Marcelo Cecchi, José Bichoff e Ricardo Domingues. Mixado por Marcelo Cecchi e João Paulo Amaral. Masterizado por Marcelo Cecchi.
Direção de arte – Humberto Pio; Projeto gráfico – Estúdio Risco; Fotos – Marcelo Dacosta
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PÓS VOCÊ E EU (2016) LÍVIA NESTROVSKI

Pela primeira vez juntos em um disco, pai e filha apresentam um repertório que traz, lado a lado, Pixinguinha e Luiz Tatit, Ary Barroso e Arrigo Barnabé, Tom Jobim e Dolores Duran, além de composições do próprio Nestrovski e algumas de suas versões para canções americanas e Lieder de Schubert e Schumann. 

Produção musical: Cacá Machado
Gravado em janeiro de 2016 no Estúdio YB Music (SP) por Carlos Lima.
Mixado e masterizado em fevereiro de 2016 no Estúdio YB Music (SP) por Cacá Machado; técnico responsável: Carlos Lima.
Violão: Lineu Bravo, 2010.
Design: Elaine Ramos. Foto da capa: Claudia Cavalcanti.
Foto do encarte: Gal Oppido. 
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LP DUPLO NÁ E ZÉ (2016) NÁ OZZETTI & ZÉ MIGUEL WISNIK

O LP duplo Ná e Zé traz duas faixas bônus - as canções "Mais Simples" (Zé Miguel Wisnik) e "Sopro de flor" (Dominguinhos e Zé Miguel Wisnik), que se somam às 14 músicas presentes no CD. Canções sobre poemas de Fernando Pessoa, Oswald de Andrade e Cacaso, parcerias com Alice Ruiz e Paulo Neves, compartilhadas por Ná e Zé ao longo desses anos, vêm agora a público. Além de tocar guitarras, baixos e teclados, Márcio Arantes é o produtor musical incumbido de criar a sonoridade do CD, cuja riqueza evidencia e realça a voz de Ná e o piano de Wisnik. Para isso, reuniu os bateristas Sérgio Reze e Gui Kastrup, o violonista Swami Jr, mais participações de Marcelo Jeneci, Gui Held, Gui Amabis, Arnaldo Antunes e dois arranjos instrumentais de Letieres Leite e Tiago Costa.

Produzido por Marcio Arantes entre 3 de outubro de 2014 e 2 de fevereiro de 2015 
Direção artística Ná Ozzetti e Zé Miguel Wisnik
Gravado no Estúdio Comep (São Paulo) por Gustavo Lenza; auxiliar técnico Vanderlei Pena; gravações adicionais Silvano Cunha
roadies Fábio Jeneci e Guilherme Diniz
Gravações adicionais: Estúdio Audiorama (São Paulo); Estúdio Salaviva - Espaço Cachuera! (São Paulo); Toca do Tatu (São Paulo); Estúdio Base (Salvador); Estúdio Parede-Meia (São Paulo). 
Edições adicionais: Fernando Rischbieter
Mixado no Estúdio La Nave (São Paulo) por Gustavo Lenza
Masterizado no Estudio Redtraxx (Miami-EUA) por Felipe Tichauer
Projeto gráfico e edição de imagem Teresa Maita; fotos Luiz Romero; tratamento da imagem da capa Rogerio Azevedo
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PÉROLAS AOS POUCOS (2003/2016) ZÉ MIGUEL WISNIK

 Lançado em 2003 pela Maianga e relançado pela CIRCUS em 2016, o CD foi produzido por Alê Siqueira. Pérolas aos poucos é o terceiro álbum solo de Wisnik e o primeiro que o artista conduz totalmente ao piano. "Pérolas aos poucos" é o nome também da faixa de abertura e fecho do CD. A canção é uma parceria com o poeta Paulo Neves. Pelo disco passam as participações das cantoras Ná Ozzetti, Luciana Alves, Jussara Silveira e Elza Soares. Caetano Veloso participa de "Assum branco". Zé Miguel grava pela primeira vez "DNA" que foi apresentada no Festival de MPB de 2000 da Rede Globo. "Baião de Quatro Toques", uma parceria com Luiz Tatit, brinca de levar Beethoven ao sertão. O Rio Grande do Sul é visitado também em "O Extremo Sul". Wisnik musicou o poema "Anoitecer", do mineiro Carlos Drummond de Andrade. Valsa azul” (Nélson Ferreira), “Tempo sem tempo”, composta com Jorge Mautner e “Sem receita”, com Alice Ruiz, são outras pérolas do CD.

Produzido por Alê Siqueira Gravado e mixado por Alê Siqueira e Flávio de Souza no Estúdio Ilha dos Sapos (Salvador), entre janeiro e maio de 2003. Pianos gravados por Alê Siqueira e Flávio de Souza no Teatro Castro Alves (Salvador). Gaita (faixa 7) e teclados (faixa 12) gravados por Gustavo Lenza no YB Studios (São Paulo). Voz de Caetano Veloso (faixa 5) gravada por Marcelo Sabóia no Estúdio AR (Rio de Janeiro). Assistente de estúdio: Sandro Santos. Produção executiva: Andréa Conceição. Arranjos: Alê Siqueira e Zé Miguel Wisnik, com a participação criativa dos instrumentistas. Masterizado por Carlos Freitas no estúdio Classic Master. Desenhos: Zé Tatit; reproduções dos desenhos: Nelson Kon; foto: Bob Wolfenson; projeto gráfico: Elaine Ramos.

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SÃO PAULO RIO (2000/2016) ZÉ MIGUEL WISNIK

São Paulo Rio foi o segundo disco de Zé Miguel Wisnik, lançado originalmente pela Maianga depois de sete anos do primeiro, José Miguel Wisnik (1993). Relançado agora pela CIRCUS, o CD começa com “São Paulo Rio”, que leva o nome do disco, uma marcha drum’n’bass cantada pelo compositor e acompanhada de percussão e flautas pelos cariocas Marcos Suzano e Carlos Malta. A segunda faixa, “Relp”, parceria com Marina Wisnik, tem as participações do paulista Arnaldo Antunes e da cantora Jussara Silveira. Segue-se “Comida e Bebida”, na voz de Elza Soares. A canção “Viúvo”, letra e música de Zé Miguel Wisnik, é introduzida “a capela” por “O tempo não apagou”, samba de Paulinho da Viola, que tem o seu estilo homenageado nessa faixa. “Terra Estrangeira”  composta originalmente para o filme do mesmo nome, de Walter Salles e Daniela Thomas. “O Sol Enganador”, tango russo da década de 30 que se tornou tradicionalmente conhecido no Leste Europeu (dá nome a um filme de Nikita Mikalkof), combina-se aqui com “Efeito Samba”, em parceria com Vadim Nikitin (“Adeus meu Rio de Janeiro/ eu vou-me embora pra Moscou”). Outros destaques, “Para Elisa”, parceria com Luiz Tatit. “Primeiro fundamento”, parceria com Guilherme Wisnik (e com as participações de Bocato e Jaques Morelembaum), e “Fim do Ano”, parceria com Swami Junior. O disco termina com “Outono” e “Inverno”, duas canções da série de quatro “estações” feitas para o Teatro Oficina. Do “Inverno (Anhangabaú da Felicidade)”, com suas referências a Adoniran Barbosa, participam Elza Soares, Jussara Silveira e uma ala de pastoras da Portela. São Paulo Rio foi produzido por Alê Siqueira, que trabalhou com Wisnik e Tom Zé na trilha de Parabelo, feita para o grupo Corpo e depois tornou-se o produtor musical dos seus dois próximos CDs: Pérolas aos poucos e Indivisível.

Produzido por Alê Siqueira Gravado por Alê Siqueira em seu home-studio e mixado no estúdio Compasso por Flávio de Souza e Alê Siqueira. Pianos gravados por Alê Siqueira e Flávio de Souza no estúdio Banda Sonora. Masterizado por Carlos Freitas no estúdio Classic Master. Elza Soares gentilmente cedida pelos deuses. Arnaldo Antunes e Jussara Silveira gentilmente cedidos pelos deuses e pela BMGBrasil e Dubas, respectivamente. Fotos de Zé Miguel Wisnik com Elza Soares e Jussara Silveira: José Luiz Pederneiras. Foto do túnel do Anhangabaú: Marco Ankosqui [Folha Imagem]. Projeto gráfico: Elaine Ramos e Guilherme Wisnik. Colagens: A grande onda, Katsushika Hokusai; cartazes da Companhia de Navegação Aérea; fotos, Elaine Ramos
vozes Surica, Tia Doca, Tia Eunice, Áurea Maria, Teresa Cristina [Velha Guarda da Portela]; cavaquinho Milton de Mori; violão Chico Pinheiro; violão de 7 cordas Swami Junior; trombone Bocato; percussão Marcos Suzano

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JOSÉ MIGUEL WISNIK (1993/2016) ZÉ MIGUEL WISNIK

É o primeiro disco de Wisnik, gravado e lançado originalmente pela Camerati. Zé Miguel Wisnik já estava ligado ao Grupo Rumo e à Vanguarda Paulista. Ná Ozzetti, Luiz Tatit e Arrigo Barnabé tem participação destacada no CD. Uma temporada de espetáculos ao lado de Ná Ozzetti e Suzana Salles no teatro Off em São Paulo colocou o artista pela primeira vez se apresentando ao vivo. Ná Ozzetti já gravara quatro canções de Wisnik no seu álbum de estreia solo em 1988. O pianista e compositor que participou do Festival Universitário da TV Tupi com a canção “Outra viagem”, interpretada por Alaíde Costa em 1968, estava definitivamente de volta à cena musical com seu primeiro CD autoral. O jornalista Carlos Calado escreveu em 1993 que “com o seu intrigante disco de estreia”, Wisnik assumia “de vez um lugar entre os mestres da música popular brasileira”. A Folha de São Paulo publicou uma crítica de Caetano Veloso dizendo que “esse disco é, para mim, o complemento de tudo que eu quero festejar com Gil [em Tropicália2]. A ponte Bahia-São Paulo, entre tantas coisas que desmoronam no Brasil, está de pé. Isto é muitíssima coisa”. 

Direção musical: José Miguel Wisnik e Ricardo Breim
Direção artístico: José Miguel Wisnik
Técnicos de gravação: Júlio Menezes e Vladimir F. Ganzerla
Produção executiva e mixagem: Claudio Lucci
Gravado no Estúdio Camerati, Santo André (SP), em julho- dezembro de 92 Piano acústico nas faixas Se meu mundo cair, Laser, A olhos nus e Polonaise gravado no Nosso Estúdio (SP).
Capa e projeto gráfico: Célia Euvaldo e Laura Vinci
Arte final: ICON- graph
Foto: Gal Oppido

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LP AVA PATRYA YNDIA YRACEMA (2015) AVA ROCHA

Versão em vinil do primeiro disco de Ava Rocha, "Ava Patrya Yndia Yracema", cantora que vem sendo comparada a Gal Costa e Cássia Eller. Para a primeira obra solo recrutou como produtor o músico Jonas Sá, que participou do disco "Cê", de Caetano Veloso. O jeito de falar de Ava, que vive no Rio e tem 36 anos, muitas vezes evoca expressões dos anos 1960/1970. Algo que se reflete em "Ava Patrya Yndia Yracema", com uma sonoridade próxima do tropicalismo, com arranjos de cordas, guitarras distorcidas e momentos experimentais espalhados ao longo do disco.

Produzido por Jonas Sá

Gravado e Mixado por Martin Scian no estúdio Maravilha 8 e Monoaural Estúdios entre janeiro e agosto de 2014

Masterizado por Ricardo Garcia nos Estúdios Magic Master

Arranjos de cordas e sopros por Jonas Sá e Daniel Vasques

Cordas e sopros conduzidos por Daniel Vasques

Produção executiva - Alan Athayde

Projeto Gráfico - Celina Kuschnir e Maíra Senise

Ilustrações - Maíra Senise

Foto Capa - Celina Kuschnir

Fotos - Rafael Salim

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POIN (2016) PEQUENA ORQUESTRA INTERATIVA

A POIN - Pequena Orquestra Interativa - é um septeto formado por músicos que tocam violão, acordeon, flauta, violino, sousafone e percussão, e que tem como principal característica a interatividade com o público. O som da POIN é uma mistura de musica dos balcãs, klesmer, valsas malucas e musica cigana. O ritmo é contagiante e é praticamente impossível ouvir sem que o corpo inicie movimentos ao compasso da música. Diversão garantida para crianças de todas as idades!

Concepção, direção musical, composições e arranjos – Gustavo Finkler
Renata Mattar – sanfona
Gustavo Finkler – violão
Micaela Nassif – violino
Mateus Mapa – flauta e flautim
Renato Farias - sousafone
Dani Zulu – percussão
Gustavo Souza - percussão

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A MULHER DO FIM DO MUNDO (2015) ELZA SOARES

“A Mulher do Fim do Mundo”, fruto da parceria da artista com um grupo de músicos paulistanos liderado pelo produtor Guilherme Kastrup, aposta em sonoridade pesada com arranjos e timbres vanguardistas. A carreira de Elza Soares sempre foi pautada pela ousadia, seja pela maneira de cantar, pela atitude no palco ou pelas escolhas artísticas. No álbum “A Mulher do Fim do Mundo” (pelo selo Circus, com patrocínio da Natura Musical), a cantora dá mais um salto ao se unir à vanguarda musical paulistana, no primeiro trabalho de sua trajetória composto somente por canções inéditas. 
Produzido por Guilherme Kastrup
Direção Artística: Romulo Fróes e Celso Sim
Produção Executiva: Ernst von Bönninghausen (RE Productions)
Gravado no Red Bull Studios São Paulo - SP - por Rodrigo “Funai“ Costa e assistente Marcelo Guerreiro
Gravações adicionais no estúdio Toca do Tatu - SP - por Guilherme Kastrup
Gravações de vozes adicionais - Estúdio Ciatec - RJ - por Anderson Trindade Barros
e assistente Arthur Luna Beccaris
Mixado por Victor Rice no Estúdio Copam - SP
Masterizado por Felipe Tichauer no estúdio Red Traxx Mastering - Miami -USA
Fotos: Alexandre Eça
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AVA PATRYA YNDIA YRACEMA (2015) AVA ROCHA

Ava lança seu primeiro disco solo, "Ava Patrya Yndia Yracema" e vem sendo comparada a Gal Costa e Cássia Eller. Para a primeira obra solo recrutou como produtor o músico Jonas Sá, que participou do disco "Cê", de Caetano Veloso. O jeito de falar de Ava, que vive no Rio e tem 36 anos, muitas vezes evoca expressões dos anos 1960/1970. Algo que se reflete em "Ava Patrya Yndia Yracema", com uma sonoridade próxima do tropicalismo, com arranjos de cordas, guitarras distorcidas e momentos experimentais espalhados ao longo do disco.

Produzido por Jonas Sá
Gravado e Mixado por Martin Scian no estúdio Maravilha 8 e Monoaural Estúdios entre janeiro e agosto de 2014
Masterizado por Ricardo Garcia nos Estúdios Magic Master
Arranjos de cordas e sopros por Jonas Sá e Daniel Vasques Cordas e sopros conduzidos por Daniel Vasques
Produção executiva - Alan Athayde
Projeto Gráfico - Celina Kuschnir e Maíra Senise
Ilustrações - Maíra Senise
Foto Capa - Celina Kuschnir
Fotos - Rafael Salim

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NÁ E ZÉ (2015) NÁ OZZETTI & ZÉ MIGUEL WISNIK

O CD traz catorze canções, das quais dez inéditas, todas da autoria de Zé Miguel, que ganham a interpretação de Ná. Canções sobre poemas de Fernando Pessoa, Oswald de Andrade e Cacaso, parcerias com Alice Ruiz e Paulo Neves, compartilhadas por Ná e Zé ao longo desses anos, vêm agora a público. Além de tocar guitarras, baixos e teclados, Márcio Arantes é o produtor musical incumbido de criar a sonoridade do CD, cuja riqueza evidencia e realça a voz de Ná e o piano de Wisnik. Para isso, reuniu os bateristas Sérgio Reze e Gui Kastrup, o violonista Swami Jr, mais participações de Marcelo Jeneci, Gui Held, Gui Amabis, Arnaldo Antunes e dois arranjos instrumentais de Letieres Leite e Tiago Costa.

Produzido por Marcio Arantes entre 3 de outubro de 2014 e 2 de fevereiro de 2015 
Direção artística Ná Ozzetti e Zé Miguel Wisnik
Gravado no Estúdio Comep (São Paulo) por Gustavo Lenza; auxiliar técnico Vanderlei Pena; gravações adicionais Silvano Cunha
roadies Fábio Jeneci e Guilherme Diniz
Gravações adicionais: Estúdio Audiorama (São Paulo); Estúdio Salaviva - Espaço Cachuera! (São Paulo); Toca do Tatu (São Paulo); Estúdio Base (Salvador); Estúdio Parede-Meia (São Paulo). 
Edições adicionais: Fernando Rischbieter
Mixado no Estúdio La Nave (São Paulo) por Gustavo Lenza
Masterizado no Estudio Redtraxx (Miami-EUA) por Felipe Tichauer
Projeto gráfico e edição de imagem Teresa Maita; fotos Luiz Romero; tratamento da imagem da capa Rogerio Azevedo
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VÁS (2014) MARINA WISNIK

“Vas é uma mistura de músicas antigas que eu tinha com outras bem recentes. Ele não é um disco de músicas de amor, como o outro. Eu o fiz num contexto diferente. Esses últimos anos em que entramos com cada vez mais intensidade na virtualização das relações me tocou bastante. Nosso mundo está passando por uma transformação intensa e surge a necessidade de expressar as sensações que decorrem dessas transformações. Esse disco fala bastante também sobre fim e recomeço. Transmutações tanto no sentido da vida quanto no processo criativo. O poder de transmutar da vida e da arte. A palavra Vás está deslocada na música “Para o nada”. O certo pela gramática seria ‘vades’ ou ‘ides’. Mas a poesia é o lugar onde a gente é livre, pode recriar a gramática, relacionando sentido e forma. Vás é o voo, o rasgo, a rota, o fluxo. É ar, som e coisa em movimento.” 

Trecho extraído de Entrevista de Marina Wisnik cedida para o site: http://www.amusicoteca.com.br/?p=9316#sthash.OujkMbab.dpuf

Produção: Alexandre Fontanetti

Gravação: Alexandre Fontanetti e Bruno Fiacadori, Space Blues, 2013 a 2014.

Mixado por Alexandre Fontanetti, Space Blues, fevereiro e março de 2014

Masterizado por Carlos Freitas, Classic Master.

Produção executiva: Bivolt Produções

Distribuição: Circus Produções

Projeto gráfico e identidade visual: João Livra

Participações especiais: Adriano Busko, Marcelo Jeneci, Sérgio Reze, Marcelo Poletto, Bruno Fiacadori e Leandro Henrique

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SILENCIA (2014) CEUMAR

Traz composições de Ceumar e de artistas como Vitor Ramil, Kiko Dinucci, Miltinho Edilberto, Gildes Bezerra, Déa Trancoso, entre outros. Um repertório reunindo canções marcadas pela dinâmica entre som e silêncio, delicadezas, movimentos sutis, com uma sonoridade ao mesmo tempo lírica e popular. O álbum é fruto da parceria musical entre Ceumar, que mora na Holanda desde 2009, com o violoncelista francês Vincent Ségal, profundo conhecedor da música brasileira. No estúdio, a cantora contou com músicos velhos conhecidos como Webster Santos, Ari Colares, Swami Júnior, Zezinho Pitoco, Olívio Filho, Ivan Vilela e Ricardo Mosca.

Direção Musical: Vicent Ségal | Produção Geral: Ceumar

Gravado e mixado: Ricardo Mosca, Na Cena Studio, Studio do Mosca(SP)/2014.

Masterizado por: Marc Broer -Live® concert recording Amsterdam. Maio/2014

Projeto Gráfico e Fotografia: Juliana Coelho

Desenho da Capa: Tié Coelho Todão

Concepção do Projeto: Ceumar & Sandra Lacerda

Produção Executiva: Sandra Lacerda & Lourdes Casquete

Administração do Projeto: Berlim Produções e Comunicações - Vagner Giannetti e Andressa Giannetti

Produção Geral e Distribuição no Brasil: Circus Produções Culturais 

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TREMOR ESSENCIAL (2014) CELSO SIM

Depois dos elogiados cds Celso Sim, vamos logo sem paredes! (2008), e Pra que Chorar (2010, Biscoito Fino) com Arthur Nestrovski, o cantor e compositor lança este Tremor Essencial, com uma sonoridade rock’n roll (sex appel, violência, humor, amor e atitude) com guitarras, baterias e baixos potentes, visitando da balada pop ao ijexá, da morna caboverdiana ao tecnobrega, da canção de ninar ao funk.

No repertório, parcerias inéditas do compositor e cantor com Arnaldo Antunes, Antonio Risério, Xico Sá, Cacá Machado e Pepê Mata Machado, entre outros - além da parceria, inédita em disco, de José Miguel Wisnik e Jorge Mautner “A liberdade é bonita”, cantada no CD por Elza Soares e Celso Sim. 

Produção Musical: Guilherme Kastrup e Estevan Sinkovitz

Produção: Washington Cavalcanti e Celso Sim | Direção Artística: Celso Sim

Participação especial: Voz: Elza Soares

Gravado: TOCA DO TATU, por Leonardo Shina, Fernando Narciso, Diego Cordes e Guilherme Kastrup; exceto a voz de Elza Soares - Pedra da Gávea, (RJ), por Guilherme Kastrup.

Mixagem: Ricardo Prado | Masterização: Fernando Sanches

Projeto gráfico: Rodrigo Cerviño Lopez

Produção Executiva: Selo Sem Paredes e Circus Produções

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LP ESLAVOSAMBA (2014) CACÁ MACHADO

LP de canções do compositor Cacá Machado com seus parceiros de origem eslava: Arthur Nestrovski, Guilherme Wisnik, Vadim Nikitin, André Stolarski e Eduardo Climachauska.Com as participações de Elza Soares, Márcia Castro, Kiko Dinucci, Romulo Fróes, Juçara Marçal, Ná Ozzetti, Luciana Alves, Zé Miguel Wisnik, Arrigo Barnabé, Celso Sim, Rodrigo Campos, entre outros. Produzido por Gui Kastrup, Romulo Fróes e Cacá Machado

Produção musical: Gui Kastrup
Co-produção musical: Cacá Machado
Direção artística: Cacá Machado e Romulo Fróes
Produção executiva: Guto Ruocco, Sandra Lacerda/Circus
Produções A&R: Maurício Tagliari
Label Manager: Allana Morais
Arranjos de base: Cacá Machado, com a colaboração de todos os músicos, exceto “Não veio”, criado por Kiko Dinucci
Arranjo de clarinetas em “Valsa Lunar": Luca Raele
Arranjo de sopros em “Outro País”: Cacá Machado
Gravação, mixagem e masterização: Carlos Lima, Estúdio YB (SP)
Assistentes de gravação: Diego Techera, Klaus Sena e Fernando Rischbieter
Gravações adicionais: Kassin, Estúdio Nas Nuvens (RJ); Gui Kastrup, Toca do Tatú (SP); Cacá Machado, Estúdio Gaia (SP)
Direção de arte e design: Amanda Dafoe
Foto: Matthieu Rougé

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EMBALAR (2013) NÁ OZZETTI

EMBALAR é o décimo disco da cantora e compositora Ná Ozzetti em carreira solo. O trabalho foi realizado por Ná e os músicos Dante Ozzetti (violões), Mário Manga (guitarras e violoncelo), Sérgio Reze, (bateria e gongos melódicos) e Zé Alexandre Carvalho (contrabaixo acústico) e conta com as participações especiais de Mônica Salmaso, Juçara Marçal, Kiko Dinucci, Ivan Vilela, Marcelo Pretto, Mariana Furquim e Uirá Ozzetti. No repertório canções inéditas, da cantora e seus parceiros Dante Ozzetti, Luiz Tatit, Alice Ruiz, Kiko Dinucci, Manu Lafer, Makely Ka, Déa Trancoso e Tulipa Ruiz, entre outros.

Dante Ozzetti: violões | Mário Manga: guitarras e violoncelo

Sérgio Reze: bateria e gongos melódicos | Zé Alexandre Carvalho: contrabaixo

Participações especiais: Ivan Vilela, Juçara Marçal, Kiko Dinucci, Marcelo Pretto, Mariana Furquim, Monica Salmaso, Uirá Ozzetti.

Produzido por Ná Ozzetti, Dante Ozzetti, Mário Manga, Sérgio Reze e Zé Alexandre Carvalho.

Projeto gráfico: Teresa Maita

Fotos: Carolina Rolim, Eric Rahal e Teresa Maita

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ESLAVOSAMBA (2013) CACÁ MACHADO

CD de canções do compositor Cacá Machado com seus parceiros de origem eslava: Arthur Nestrovski, Guilherme Wisnik, Vadim Nikitin, André Stolarski e Eduardo Climachauska.Com as participações de Elza Soares, Márcia Castro, Kiko Dinucci, Romulo Fróes, Juçara Marçal, Ná Ozzetti, Luciana Alves, Zé Miguel Wisnik, Arrigo Barnabé, Celso Sim, Rodrigo Campos, entre outros. Produzido por Gui Kastrup, Romulo Fróes e Cacá Machado

Produção musical: Gui Kastrup | Co-produção musical: Cacá Machado

Direção artística: Cacá Machado e Romulo Fróes

Produção executiva: Guto Ruocco, Sandra Lacerda/Circus Produções

A&R: Maurício Tagliari Label

Manager: Allana Morais

Gravação, mixagem e masterização: Carlos Lima, Estúdio YB (SP)

Gravações adic.: Kassin, Estúdio Nas Nuvens (RJ); Gui Kastrup, Toca do Tatú (SP); Cacá Machado, Estúdio Gaia (SP)

Direção de arte e design: Amanda Dafoe

Foto: Matthieu Rougé

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DINDINHA (2000) CEUMAR

DINDINHA é o primeiro cd de CEUMAR, lançado em 2000. Produzido por Zeca Baleiro, com sonoridade acústica, o cd apresenta composições de Luiz Gonzaga e Sinhô com inéditas de Chico César, Itamar Assumpção e Zeca Baleiro. “Ceumar fez de Dindinha um disco luminoso, marcando uma estréia que honra a fonografia. É uma estrela sofisticada com todas as qualidades, as necessárias e as mais que suficientes, para fazer sucesso popular.” Mauro Dias, O Estado de São Paulo, 2000

Produção: Zeca Baleiro | Co-produção: Ceumar

Produção Executiva: Tata Fernandes

Direção Artística: Ceumar, Tata Fernandes e Zeca Baleiro

Gravado: 1998/1999 (SP),“Wah Wah” - Flávio Decaroli e Lucélia Santana;

Zabumba - Flávio Decaroli e André Magalhães

Mixado: Luiz Leme -“Audiomobile” | Masterizado: Carlinhos J. -“Oficina Áudio e Vídeo”

Projeto Gráfico: Beatriz Corrêa | Produção Gráfica: Luiz Cordeiro

Relançamento: Selo Circus Produções Culturais & Fonográficas

Revisão de Projeto Gráfico: Andrea Pedro

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NA RUA AGORA (2012) MARINA WISNIK

A compositora, cantora, escritora e arte-educadora Marina Wisnik lança seu disco de estreia, “Na Rua Agora”. O álbum tem produção de Marcelo Jeneci e Yury Kalil. Totalmente autoral, o disco traz onze faixas, incluindo as parcerias "Miragem", ao lado do pai da compositora, Zé Miguel Wisnik, e "Primeiro Céu", com Jeneci, que além de produzir o trabalho, empresta seu talento como multiinstrumentista a todas as canções. O disco conta ainda com a participação do cantor e compositor Thiago Pethit na música “Dezesseis”.

Produção executiva: Ana Paula Veríssimo

Gravado e mixado por Yuri Kalil

Gravado no estúdio Mosh- maio/2011

Gravações adic. e mixagem no estúdio Totem- junho a setembro/2011 Melotron e korg - Estúdio A9, por Jan Soisalo; Hammond B3 e vozes - estúdio Spaceblues, por Alexandre Fontanetti

Masterizado por Ricardo Garcia no estúdio Magic Master

Projeto Gráfico: Elaine Ramos

Fotografia: Mariana Tassinari

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INDIVISÍVEL (2011) ZÉ MIGUEL WISNIK

“Indivisível” é o quarto trabalho de Zé Miguel Wisnik. Um CD duplo, produzido por Alê Siqueira com participações especiais de Chico Buarque e Luiz Tatit. Zé Miguel Wisnik canta em todas as faixas dos discos, além de tocar piano em todas canções de um deles. O outro CD, tem o violão de Arthur Nestrovski como base. Não bastassem o ineditismo e a beleza das canções, “Indivisível” se notabiliza pelo projeto gráfico idealizado por Elaine Ramos.

Produzido por Alê Siqueira

Produção executiva: Sergia Percassi

Gravação e mixagem: Carlos (Cacá) Lima - YB (SP)

Gravações adic.: Ricardo Moska e Maurício Gargel - Na Cena (SP); Monoaural (RJ); Paulo Lepetit - Outra Margem (SP)

Masterização: Carlos Freitas - Classic Master

Projeto gráfico: Elaine Ramos

Produção gráfica: Letícia Mendes

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MEU NOME (2009) CEUMAR

Título de estréia do selo Circus Produções Fonográficas, Meu Nome é o 4º disco da cantora Ceumar, e apresenta ao público seu lado menos conhecido: o de compositora. Produzido pelo músico e produtor holandês Ben Mendes, é o registro ao vivo dos shows realizados no Teatro Fecap (maio e junho de 2008) em que Ceumar apresentou 20 canções, todas de sua autoria, acompanhada quase que unicamente de seus violões.

Direção Artística: Ceumar

Produção Musical: Ben Mendes

Produção Executiva: CIRCUS Produções _Guto Ruocco, Sandra Lacerda

Gravação: Alberto Ranellucci, Jorge Godói, Rafael Valim, Ben Mendes

Mixagem: Ben Mendes

Masterização: Carlos Freitas _Classic Master

Direção de Arte: Jaime Prades

Fotografia: Paulo Fridman